A exposição e retaliação humana na arte de Philippe Pasqua

Desde o início de sua carreira o francês Philippe Pasqua impressionou e perturbou seus espectadores com obras que expunham estigmas e a vulnerabilidade humana de forma maximalista. Seus retratos trazem modelos transexuais, portadores de deficiência física e mental transformando cada pincelada em um gesto de  tensão entre o que pode ser mostrado e tolerado e o que é socialmente reprimido. Sempre mutante, Pasqua começou pintando imagens fetichistas e silhuetas enigmáticas evocando vodus. Então, pouco a pouco, seu olhar voltou-se para aqueles que o rodeavam, dando início a uma serie de obras com rostos difusos em neblina, fumaça e sangue. A evolução do seu trabalho trouxe os “palimpsestos”, obras em papel que consiste na combinação de técnicas de serigrafia, impressão e pintura.

Nos últimos anos, o artista voltou-se para a criação de esculturas imponentes banhadas em cromo, tornando suas obras de mais de 3 metros em grandes espelhos que transformam o ambiente em sua paleta de cores.

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