A neon art de Chris Bracey

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O mundo da arte tem lá suas semelhanças com o bom e velho rock’n’roll, vez ou outra surgem críticos e especialistas exaltando um novo estilo, prometendo ser aquele a salvação do gênero. Pois é, a bola da vez é a neon art e o midas da salvação é Chris Bracey, também conhecido como homem-neón. Seu notável trabalho é reconhecido mundialmente e teve louros colhidos até mesmo em Hollywood, onde trabalhou para diretores do Olimpo do cinema como Kubrick e Tim Burtom, já criou peças sob medida para os gostos de Vivienne Westwood, Alexander McQueen e Mulberry. Com trinta anos de experiência na arte dos letreiros iluminados, aprendeu boa parte do que faz com seu pai, começou a ter notoriedade nos anos 70′ depois de criar boa parte das fachadas luminosas do bairro do Soho em Londres. Seu trabalho vai além do ofício mercantilista e atualmente é um dos mais prodigiosos artistas da arte contemporânea, fazendo referência a cultura popular e imagens icônicas,  a cultura  da tatuagem e  declarações sugestivas. Expõe com frequência e ainda possui uma loja pop-up no próprio Soho, com uma grande quantidade de neons a venda, como disse o jornal britânico Independent em recente matéria ” Seu futuro é brilhante” e certamente, poucos hesitarão em duvidar disso.

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LNUS

Felipe Pedroso, é historiador, curador, pós-graduado em História, Arte e Cultura e especialista em Museografia e Patrimônio Cultural, dentre seus trabalhos, foi colunista web da Revista Trip e TPM e atualmente coordena o núcleo cultural do maior museu histórico a céu aberto do Brasil.

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