Chelsey Tyler Wood e a sua bela série “pequenos espaços”- Small places – que demonstra sua arte de pintur e desenhar colocando corpos femininos em caixas de madeira apertadas. Tamanha perfeição e habilidade tornam as fotos instigantes e realistas, com corpos nus apertados, mas que da maneira retradada, tornan-se objetos de arte. Sua execução fotorealista não só demonstra seu compromisso com a habilidade e detalhe, mas também põe em cheque o realismo assumido da fotografia do retrato feminino na era Photoshopada.
Author Archives: THAY
Alessandro Pautasso aka Kaneda tem gosta de trabalhar com uma grande escala de cores. Como designer gráfico e ilustrador sua especialidade reside em arte em vetores e mista. Estas obras são de sua última série que inclui retratos de John Wayne, Greta Garbo, Hepburn, Marilyn e muitos outros. Em cada um dos rostos são quebradas para formar linhas geométricas abstratas com cores fortes e brilhantes e que tentam reviver as cores do passado. Uma influência pop que misturada com uma técnica brilhante ofusca qualquer trabalho pouco colorido.
![christian-faur (12)[2]](http://www.blckdmnds.com/wp-content/uploads/2012/04/christian-faur-1221-e1335040707719.jpg)
Christian Faur é um artista que mora em Granville, Ohio. À procura de uma nova técnica, ele experimentou a pintura com cera, mas não sentiu que os resultados foram satisfatórios. Olhando de longe, as obras de Christian parecem comuns fotos pixeladas, mas quando você se aproxima, percebe que Faur decide criar imagens a partir dos próprios pastéis, embalando milhares deles juntos para que se tornem como os pixels coloridos na tela da TV. Mas ao contrário de outras crianças que usavam lápis, ele os preservou em ideia para a vida adulta. Entediado com o uso da tinta e lápis de costume, Faur virou-se para sua paixão de infância, depois de ver sua filha brincando com eles. O artista começa cada uma de suas obras de arte por digitalizar uma foto e dividi-lo em blocos de cor. É quando ele começa a colocar lápis de cores diferentes em uma grade e termina adicionando uma moldura de madeira. O resultado final é verdadeiramente inspiradora. Eu desafio você a sair de sua cadeira e dar alguns passos para trás e notar a diferença.
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Fotografia em dupla exposição? Não, pintura. A arte é de Pakayla Biehn de San Francisco. A artista nasceu com estrabismo, um distúrbio em que os olhos não alinham-se corretamente, causando visão dupla. Óculos corretores e três cirurgias oculares mais tarde, Pakayla tem atraído a inspiração de sua experiência de infância para criar lindas pinturas que jogar na dualidade que encontrou todos os dias. Uma grande defensora do casamento entre a tecnologia e as artes, Pakayla depende de photoshop para fundir duas imagens, resultando em uma fotografia dupla exposição. Ela, então, projeta esta imagem em uma tela em branco e usa óleo e acrílico, produzindo maravilhosas peças de trabalho.
Desde a década de 70 Ed Bing Lee costumava trabalhar com imagens tecidas em formato bidimensional, mas experimentou uma técnica nova e agora se dedica a estas esculturas de linhas em três dimensões. Uma tecelagem inspirada em formas orgânicas e também na arte pop, onde cada fração de cor ou ponto tecido se une a outros gerando formas e significados distintos que muitas vezes só têm sentido em conjunto, e esse processo criativo com nós multicoloridos se aproximava, em certos aspectos, do pontilhismo de Seurat. Filho de uma costureira chinesa, conta que desde criança que está habituado a este universo de linhas e agulhas. Seu design envolve uma gama inusitada de materiais, como fitas de embalagem de presente e sacos plásticos velhos e até fio dental- além das linhas e tecidos comuns à técnica. No auge dessa linha evolutiva, encontramos a deliciosa série Delectable, na qual o norte-americano cria várias comidinhas que são de encher os olhos, e a boca também.
Chrissy Angliker sueca, desde muito jovem teve contato com artes em geral mas a partir de 1996 ela teve a sorte de estudar com o artista russo Juri Borodachev, que se tornou seu mentor artístico por vários anos. Ela tem um portfólio diversificado que abrange o mundo do design, incluindo mobiliário, iluminação, design de produto, design de visualização e marca nas áreas de beleza e saúde. Chrissy tem cultivado seu próprio trabalho de arte e design, que continua a incorporar uma perspectiva política, espiritual e humanitária. Seu trabalho foi publicado em revistas e livros mundo inteiro. O foco de sua série mais recente de pintura encontra-se em criar uma relação equilibrada entre o controláveis e incontroláveis. Para cada marca intencional, segue-se uma gota em queda livre. Esta série surgiu a partir de seu sentimento da vida em si é um equilíbrio entre o controle e o caos. Mais sobre a artista aqui.
















