Aos 23 minutos do vídeo, durante uma performance do DJ Colibri em uma favela do Rio, vemos uma câmera capturando o rebolado de uma dançarina sem pudores, câmera essa dirigida por um braço com uma tatuagem de dinossauro, cujo dono também não tem nenhum pudor: Wesley Pentz, nosso amado Diplo. Após conseguir dificilmente, lá na Florida, pôr as mãos em algumas mixtapes de funk carioca, ele não sossegou até conseguir vir ao Brasil e passar 3 semanas com acesso a todos os bailes e produtores, e investigar o que significava e como eram as pessoas que viviam com, e do funk.

Aqui, não interessa o tráfico, a violência, a pobreza, ou qualquer outro termo que geralmente é ligado pra falar sobre a favela ou o funk, mas o prazer de fazer e conhecer a música, do samba ao Miami bass, seus “poetas do morro” com letras que conscientizam sobre a situação opressora em que vivem (e se você conhece a Valesca, já sabe que tipo de letra te espera também). Tudo pelo prisma de que a música que fazem representa seus desejos e conhecimentos, criando seus artistas e heróis que buscam ganhar a vida num ambiente tão hostil com dignidade e proveito de seus talentos, tudo isso contando com uma incrível fotografia e intimidade com os entrevistados.
E é nesse clima de heróis populares que o mineiro e marido da cantora Tiê, Leandro HBL, também produtor e diretor do documentário, interessado em como se dá a produção cultural das periferias com o advento das opções digitais mais baratas, que é também um rico tema do Favela on Blast, criou a série Reis da Rua, hoje na sua segunda temporada na TV Cultura, e que mostra o dia a dia de pessoas anônimas pelo mundo afora, mas tão importantes para a comunidade em que vivem.

Juntos, o Leandro e o Diplo nos dão uma visão neutra, rica e rara do que é o funk pela voz de quem faz, tema tão discriminado pelo próprios brasileiros, mas que não tem como negar: o funk existe e é uma importante página da cultura musical do nosso país pela sua importâcia social dentro e fora das periferias.

Eric Firestone teve uma ótima ideia. Em 2010, convocou artistas de renome para pintar aviões da Força Aérea norte americana abandonados no deserto do Arizona. O Pima Air & Space Museum , ‘cemitério’ que conta com mais de 4 mil aviões, foi escolhido por Firestone para o do The Boneyard Project. O projeto já está na segunda fase e até agora mais de 30 artistas de todo o mundo usaram os aviões como tela para a criação de obras incríveis. A ideia, que virou exposição 2012, é mostrar as diferentes formas, técnicas e estilos praticados por artistas urbanos.

É uma pena que os aviões estejam disponíveis apenas para exibição. Imagina só voar numa belezura dessas… Isso sim seria voar com estilo!

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Um hino para essa nova geração, alternativa e que procura cada vez mais seu próprio caminho fora do sistema. Um manifesto pela liberdade de SER quem você quiser SER, honrando SUA pele e a SUA vida. O vídeo produzido pela Intenze Tattoo Ink faz uma reflexão bastante profunda sobre a sociedade e seu modo de vida atual, critica a cultura pop por nos tirar de nossas próprias identidades e afirma que em tempos como esses,marcar nossas peles talvez seja uma das coisas mais corajosas que possamos fazer.

Maurits Cornelis Escher foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons, que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses – padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente em formas completamente diferentes.

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Quem nunca folheou uma revista de decoração e imaginou aquele item lindo na sua futura casa?
Agora imaginem um site onde as pessoas mais legais do mundo abrem suas portas e deixam fotografar a decoração de suas casas mais legais ainda? Esse é o The Selby, projeto do fotógrafo e ilustrador Todd Selby, que desde 2008 invade as residências de gente criativa ao redor do mundo. A graça do projeto é ver como as pessoas conseguem imprimir sua personalidade onde moram, como elas combinam ou até mesmo descombinam objetos, cores e móveis que elas acumulam ao longo de viagens e trabalhos. O projeto é um prato cheio para quem gosta de decoração ou para quem é apenas curioso e gostaria de entrar na casa de gente como Alexandre Herchcovitch, Erin Wasson, Pharrell Williams, Marcelo Rosenbaum, Alexander Wang entre outros. Todd não deixa escapar nada, nenhum cômodo, detalhe, coleção… Tudo para nas lentes do The Selby e todos somos convidados a participar. Entre sem bater.

Seja bem-vindo!

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John William Waterhouse foi um pintor neo-clássico e Pré-rafaelita do Reino Unido, famoso por seus quadros representando personagens femininas da mitologia e da literatura. Filho de artistas, as suas primeiras incursões na pintura foram influenciadas pelo neoclassicismo vitoriano, pelo pré-rafaelismo e mais tarde sentiu-se atraído pelos impressionistas franceses. Se no princípio da carreira se dedicou a temas da Antiguidade Clássica, mas tarde debruçou-se por temas literários, sempre com um estilo suave e misterioso, repleto de romancismo, que o permitem enquadrar no simbolismo.

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Edward Hopper, artista americano, retratou com muita realidade a solidão do homem fragmentado e afetado pelo capitalismo do início do século XX. A solidão, o vazio e a perda de sentido do novo homem urbano aparecem aprisionados no tempo pelo pincel de Hopper. Ele foi um artista realista, sempre se preocupando em retratar fielmente uma cena, e é isso que podemos encontrar em seu trabalho, uma cena. Um momento aprisionado em suas telas, sem diálogo ou movimento, um momento solitário e cheio de sentido.

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