Como os exércitos do mundo são alimentados em campo de batalha

As rações para uso das forças armadas foram criada pela cavalaria do exército norte-americano em 1935, não como a conhecemos hoje, mas em espécie de barra. O processo de pesquisa na campo da química e os avanços tecnológicos no ramo alimentício ao longo do tempo propiciaram para chegarmos às rações como conhecemos hoje. Usadas em campo de batalha ou em treinamento, os alimentos são hermiticamente embalados e possuem um alto nível de conservação. Conhecidas no Brasil como ração R2, as refeições podem ser encontradas em diversos sabores, sopa de legumes, strogonoff de frango, arroz, e outros sabores em lanches, café da manhã, ceia e almoço, que para minha surpresa, foram encontradas à venda pelo site Mercado Livre.

Não se sabe exatamente a autoria desse projeto, mas a ideia é simples, mostrar a variedade de cardápio (ou não) dessas refeições e suas peculiaridades em exércitos pelo mundo. Obviamente cada país emprega parte de sua culinária típica nas refeições, a alemã por exemplo você encontra variações em pó (basta adicionar água) de goulash com batata e cerejas azedas em compotas de damasco, na canadense cuscuz vegetariano, na francesa carne de porco ao estilo crioulo e creme de pudim de chocolate e os de Cingapura um cardápio restrito à macarrão de galinha com cogumelo e manjericão.

Alemanha

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Canadá

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Estados Unidos

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França

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Itália

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Reino Unido

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Estônia

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Austrália

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Dinamarca

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Cingapura

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Espanha

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via

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LNUS

Felipe Pedroso, é historiador, curador, pós-graduado em História, Arte e Cultura e especialista em Museografia e Patrimônio Cultural, dentre seus trabalhos, foi colunista web da Revista Trip e TPM e atualmente coordena o núcleo cultural do maior museu histórico a céu aberto do Brasil.

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