O fragmento existencial na fotografia de Sarah Bernhard

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Com uma câmera digital de baixa qualidade, Sarah Bernhard começou a registrar e documentar sua vida em fotos, a internet teve grande importância nesse processo, tendo a possibilidade de compartilhar seus registros e observar trabalhos de outros artistas, onde pode dialogar com diferentes percepções. Como uma miscelânea de referências que vão das pinturas de Gerhard Richter e Fritz Winter, das instalações de Olafur Eliasson e da música eletrônica pesada e densa como inspiração, a fotógrafa se aproxima da estética do diretor e roteirista Terrence Malick, usando principalmente dos fragmentos visuais do existencial, brincando com o abstrato e o realismo ela consegue construir uma narrativa sólida que transmite um turbilhão de emoções.

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Para ver mais do trabalho da artista, visite sua página aqui.

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LNUS

Felipe Pedroso, é historiador, curador, pós-graduado em História, Arte e Cultura e especialista em Museografia e Patrimônio Cultural, dentre seus trabalhos, foi colunista web da Revista Trip e TPM e atualmente coordena o núcleo cultural do maior museu histórico a céu aberto do Brasil.

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