O verão romântico na coleção ‘Planta na Varanda’ da Cycleland

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A marca Cycleland, formada pela designer de moda Naly Cabral e pelo designer gráfico Rafael Afonso (que nós já falamos aqui) retorna a nossa página para apresentar sua nova coleção cápsula ‘Planta na Varanda‘, uma coleção que preza pela simplicidade, conforto e pela elegância, características que remetem a uma leitura literal do nome da coleção. Planta na Varanda simboliza isso, um conceito simples e bem executado, com o uso dos já característicos tecidos naturais e inteligentes que a marca agrega.

A marca tem em seu DNA uma forte aproximação com um movimento crescente no Brasil no uso da bicicletas no cotidiano, até como forma de inspiração, e essa consciência e liberdade refletem também na maneira com que as coleções são criadas. As coleções em formato cápsulas, que por sinal crescem vertiginosamente no cenário do mercado de moda, propiciam essa aproximação com o consumidor, que acaba se sentindo pertencente à temática elaborada pela dupla. No caso de Planta na Varanda é esse o sentimento despertado, uma essência extremamente cosmopolita combinado com um toque desacelerado, simples e aconchegante, típicos do interior do país. Chic, romântico e consciente.

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O mercado de armas africano no projeto de arte Ghosts de Ralph Ziman

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Existe uma nova África florescendo e se revelando bem aos nossos olhos, e isso não é novidade alguma, essa mudança se da principalmente pelo meio da arte, que agora emerge além da falaciosa visão distanciada e projeta vinda do ocidente cristão, desabrochando um olhar lúcido, de dentro pra fora. Floresce também uma nova safra de artistas africanos que exploram na arte uma forma de contestar, questionar e fazer refletir sobre o próprio continente.

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O artista e cineasta sul-africano Ralph Ziman é um desses exemplos, sua série de fotografias e instalações urbanas ‘Ghosts’ é um projeto de arte em resposta ao comércio internacional de armas. O centro de seu trabalho destaca a realidade de que a maior parte desse comércio é voltado na direção da África, posteriormente, abastecendo e financiando os conflitos em todo o continente. O artista usou de arame para recriar o aspecto visual de AK-47s; réplicas de uma arma icônica que passou a ser reverenciada e fetichizada em boa parte do território africano. Concluídas, as armas revestidas de tradicionais contas regionais foram objeto de uma sessão de fotos no centro de Joanesburgo, resultando em uma série de imagens que são vivas, inquietantes e contestadoras numa crítica ferrenha às políticas internacionais que se mantém inertes ao financiamento desses conflitos.

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A busca da identidade nas fotografias de Marilia Correia

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Identidade, eis um dos grandes dilemas da contemporaneidade, a busca por ela resulta em dois caminhos opostos, porém convergentes, responsável por gerar aquela sensação de unidade, mas também o senso de pertencimento a um grupo maior – a identidade é um dos sentimentos mais conflitantes e ambíguos num ser humano. A jovem fotógrafa de Pernambuco Marilia Correia, usa desse conceito para dar o tom a seu trabalho, algo que trás muito provavelmente de sua graduação em História e Fotografia.

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Na série em questão, Marilia busca retratar o ser humano com serenidade, motivada como a própria diz “numa pausa silenciosa, onde se possa ouvir e sentir nossos corpos, cheiros, afetos e desejos”. Uma busca não somente da identidade, mas também da dimensão sensorial, que remetem a sonhos e toques que muitas vezes somos privados. Seu trabalho dotado de grande sensibilidade demonstra a busca pela essência e faz um convite para buscarmos conhecer e ser quem somos.

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Colagens em movimento de Hilary Faye Sloane

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Essa é mais uma daquelas ideias de que você se pergunta, como é que alguém nunca pensou nisso antes? Pois é, ideias simples se bem executadas geram trabalhos primorosos, e é exatamente isso que acontece com o projeto da designer australiana Hilary Faye Sloane, unindo da sua paixão pela colagem com novos suportes artísticos, utiliza da imagem em movimento, os famosos e amados gif’s, para se comunicar com seu espectador, o resultado é interessantíssimo, estética vintage e o movimento que gera toda a graciosidade do trabalho. Sloane também possui um rico trabalho com animação, fotografia e ilustração. Vale a pena conferir.

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Projeto de design propõe alimentação sustentável por Marion Luttenberger

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A colaboração entre a fotógrafa Marion Luttenberger e sua amiga Briony resultou num trabalho super bacana para a empresa de alimentos de Vancouver Goodforks, a série de fotos apresenta alimentos, como frutas e legumes cortados formando padrões geométricos para ilustrar a beleza de um sistema alimentar saudável. O foco do projeto é sobre a autenticidade e a transparência dos mercados, enquanto acreditando que boa comida tem o poder de alterar a viabilidade econômica das comunidades.

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As intensas ilustrações de Andres Guzman

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Uma mistura de apocalipse zumbi, caos, cultura pop, erotismo e sarcasmo, esse é o mundo representado pelo artista e ilustrador peruano Andres Guzman – uma miscelânea de referências que resulta num trabalho surpreendente. Com forte apelo gráfico e um tom muito bem humorado o artista constrói uma narrativa de deboche sem soar massante ou político. Arte para pensar, refletir e dar boas risadas.

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A fotografia subaquática de Adeline Mai

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Fotografias de baixo d´água não são nenhuma novidade, a jovem fotógrafa francesa Adeline Mai, que possui um portfólio bastante variado, foge à regra ao utilizar cores quentes ao invés dos habituais tons de piscina para explorar a temática, dando uma sensação completamente diferente ao seu trabalho. As fotografias da série “Underwater” nem mesmo parecem ser tiradas de baixo d´água e mais se assemelham a cenas etéreas de levitação.

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A Instalação de arte monumental no deserto egípcio

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Um sopro no deserto, esse é o conceito do projeto que propõe uma instalação de arte em meio ao deserto egípcio, de autoria do coletivo de arte D.A.ST, que é composto pelos artistas Danae Stratou, Alexandra Stratou e Stella Constantinides. Localizado próximo de Hurghada na costa do Mar Negro, o projeto usa da terraplanagem para formar padrões e formações geométricas em espiral, levou vários anos para ser criado e foi concebido para erodir lentamente ao longo do tempo. Parte das imagens são obtidas através de fotografia de satélite logo após serem criado em meados da década de 1990.

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