Posters Minimalistas dos indicados ao Oscar 2012

Como de costume, todo ano quando sai a lista dos indicados ao Oscar, os designer de todo o mundo correm para criar suas versões de posters dos filmes. Esse ano o designer de Indianapolis, EUA, Derek Eads criou essa série de ilustrações, seguindo uma estética minimalista. As ilustrações de Derek já são conhecidas na web, para quem costuma usar o Tumblr e outros sites de bookmark.

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A voz de Birdy, um pequeno rouxinol

Esse estilo carregado de piano suave bateu com força o novo cenário musical, uma voz brilhante que encanta com tanta facilidade que, mesmo Adele iria atirar punhais invejosos em sua direção precoce. Ok, não importa, Birdy, ou Jasmine Van den Bogaerd é uma 9inha britânica de apenas 15 anos, que começou sua mini carreira aos 12 ao ganhar um programa musical britânico no estilo American Idol. Birdy lançou essa semana seu primeiro álbum focado em covers inspirados em suas referências músicais indies como Bon Iver (o cover de Skinny Love, que a lançou)Phoenix, The xx e até o hype The Naked and Famous. Álbum que artingiu o top charts do Reino Unido e fez parte da trilha sonora de seriados de grande audiência como Vampire Diaries. Voz com potêncial, arranjos doces e clipes de atmosfera sombrios e meigos. Será essa a fórmula musical perfeita  pra conquistar hipsters e manter os pops curtindo? Estamos de olho

 


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SLEEVEFACE: ALBUM SLEEVE ART

Pra quem não sabe, a prática de uma ou mais pessoas escondendo ou mostrando qualquer parte do corpo ou corpos com record sleeve(s) causando assim uma ilusão, é conhecida como SLEEVEFACE. Onda que (segundo o site sleeveface.com) começou com um sleeve do Paul McCartney que logo em seguida levou centenas de pessoas em Cardiff – País de Gales a se divertirem ‘saqueando’ as prateleiras das gravadoras pra montarem fotografias das mais variadas formas e estilos, porém sempre com a ideia de apenas ser uma continuação da arte e não o fotografado em si.
De Rolling Stones a Bowie, de Cymande a Streisand, os LPs começaram a serem queridos não só por seu conteúdo musical, mas principalmente pelas fotos e poses estampadas nas respectivas capas  e com isso, de repente,  passou a ser comum ver pessoas ordenando pelas ruas: ‘mais para cima! Um pouco mais para esquerda! Tá quase!’ em busca da combinação para a foto perfeita. Ou seja… Virou um febre.

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Let Them Eat Cake apresenta English Lad/ English Lass

Eu sempre achei que celeiros criativos nascem onde há poucos recursos e isso tem se comprovado em publicações como a Let Them Eat Cake, uma revista de pequeno/médio porte que já completa seis anos de vida e que dá prioridade a novos talentos como fotógrafos, escritores, estilistas, designers de moda e todas as profissões derivadas da indústria criativa. Talvez por que o apelo comercial seja bem mais brando do que os grandes conglomerados da editoração do mundo da moda. O foco da Let Them Eat Cake é mais artístico, e é justamente por isso que ele nos interessa, foge dos clichês tradicionais desse campo, ou pelo menos tenta resistir, há um certo comprometimento, ousadia e criatividade de sobra, tanto que a publicação é famosa por catapultar esses profissionais para um mercado mais abrangente, um verdadeiro celeiro criativo. Me apaixonei por esse editorial intitulado English Lad/ English Lass que têm como diretor John Willian e como fotógrafo Holly Falconer. É interessante observar o mix de estampas, cores e texturas, a vibração da escolha das cores em contraste com a beleza negra, revelando aspectos estéticos étnicos e do próprio gueto. Fenomenal, e que a publicação sobreviva a esse mercado cada vez mais mercenário.

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Inspiração do Dia: David Bowie

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Conheça a série I Just Want My Pants Back

Baseado em livro homônimo de David J. Rosen, I Just Want My Pants Back é a nova aposta em série da MTV. Conta a história em torno de Jason, um jovem recém formado que sonha em se tornar jornalista da área de música. Enquanto isso, trabalha em uma agência de talentos. Frequentando a vida noturna de Nova Iorque, álcool e sexo fazem parte de sua rotina. O roteiro poderia facilmente ser assinado por Nick Hornby, pela imersão dos personagens numa cultura pop midiática, que vai de menções de James Van der Beek em Dawson’s Creek à citações de bandas experimentais do underground obscuro. A trilha por sua vez é um capítulo a parte, bandas como Vivian Girls, Clap Your Hands Say Yeah, Wavves, Girls e MNDR e outras do celeiro criativo do Brooklyn animam a trama numa ambientação sonora fresca e atual, do jeito que a gente adora. A série têm um ritmo bom, demonstra de maneira bem real as preocupações de jovens recém formados: um trabalho estável dos sonhos, sexo e badalação. Poderia descreve-lo como um misto de How to Make it in America com Skins e uma pitada de Happy Thank You More Please, se você gosta de série que retrata o cotidiano, que usa e abusa de ironia e sarcasmo nos diálogos e tem personagens cativantes, essa é a sua série.

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