Lovers – A busca pelo amor em livro de fotografias de Giulia Bersani

IMG_20140213_0001

Foi uma enorme satisfação receber a notícia de que uma de nossas fotógrafas favoritas, a italiana Giulia Bersani (que nós já falamos aqui), iria lançar um livro com alguns de seus trabalhos. O projeto intitulado Lovers é um livro sobre a obsessão humana de “ter alguém”, “de não estar só”, aquela busca incessante pela cara metade e pelo amor.

01

Bersani iniciou este projeto há um ano, em um período em que ainda estava solteira e como a própria descreve com uma enorme necessidade de ter alguém; decidiu então roubar momentos e gestos do outros casais, o que a fez se encontrar em cada uma das garotas fotografadas. De um casal para o outro algo permaneceu ,então se deu conta de que esses momentos contam uma história universal do amor, e é nisso que o livro se baseia, na sutileza e na profundida de que uma pessoa pode dedicar-se a outra com sentimentos.

IMG_20140213_0005

O pequeno livro é dividido em três partes, a primeira diz respeito ao início de uma história de amor pautado principalmente no interesse e na curiosidade, a segunda, como não poderia ser diferente refere-se ao meio da história. Algo que a artista descreve como o ápice de sentimentos, aquele momento em que você só quer ser realizado e protegido, deixa de ser racional e de pensar no futuro. Por fim, a terceira parte é centrada naquele momento calmo e melancólico onde a racionalidade volta a tona e a alegria muito facilmente se torna o medo da perda.

Participaram do projeto 15 casais incluindo ela mesma com alguns de seus ex-namorados e o atual,  o livro é impresso em uma edição limitada de 150 exemplares, cada exemplar é numerado, assinado e em parte escrito à mão pela própria autora, num processo artesanal tão singelo quanto suas fotografias e o seu olhar delicado para o amor.

08
Continue Reading

Share Button

Os Registros Corporais de Folle

01

02

03

A série “Impressões Ambulantes” surge em busca do registro do mínimo que afeta o físico, como um diário corporal. Marcas temporais que se instalam pela pele, como arranhões, machucados ou até mesmo camadas de tinta, dão forma ao trabalho que experimenta o corpo enquanto suporte para a arte. A fugacidade das intervenções capturadas dialoga sobre o momento que vem e vai embora, mas que de alguma forma nos modifica. Choque entre abstrato e concreto que vai se derivando de ações e limites do corpo. O artista goiano Francisco F. Beraldo, que assina como Folle, somou maquina fotográfica analógica e scanner ao processo de execução da ideia possibilitando resultados estéticos variados em suas imagens.

Continue Reading

Share Button

A geometria audiovisual de Emanuele Kabu

short1

short2

short3

Ele é daquele tipo de artista que não se prende a uma única mídia como suporte, longe disso, o italiano Emanuele Kabu explora todas as possíveis nuances artísticas para empregar seu trabalho. Iniciou sua carreira no graffitti em 1994 e hoje permeia entre a ilustração, pintura, animação e música. Com uma estética bastante orgânica, fluída e pictórica – produz arte experimental desenhada à mão com uma forte característica voltada para traços geométricos.

Kabu já produziu inclusive um clipe para a banda Little Dragon, num trabalho bastante psicodélico convergido numa narrativa desfragmentada, dentre esse, ainda uma dezena de vídeos incríveis, além é claro de todo seu trabalho como ilustrador tradicional e artista de rua.

Para conhecer mais, acesse.

Share Button

O fantástico aquarelado de Victor Octaviano

VictorAquarela6

Victor Octaviano

1530465_754483011246632_260965099_n

Natural de São Paulo, Victor Octaviano é ilustrador e tatuador autodidata, autor de uma gama de arte incrível e marcante, resultadas de sua maior característica – manchas e pinceladas de tintas. Suas obras são únicas, com formas e traços livres e de muita cor, o que abre espaço para inserir novas ideias durante o processo criativo. Atualmente o artista utiliza a técnica do aquarelado em suas tatuagens, além de ministrar workshop’s de aquarela para tattoo.
Continue Reading

Share Button

A depravação das princesas Disney por Dillon Boy

disney6

O trabalho de Dillon Boy surgiu a partir de uma arte de rua e grafite, combinando cultura pop, branding, publicidade, e talvez mais importante, a capacidade de tomar essas fontes ainda mais do que eles se destinam. Esta evolução (ou involução) é evidente em sua série DIRTYLAND, onde o artista tem os ícones de infância cada vez mais popular e remove seu contexto, e roupas.

Dillon retrata princesas da Disney de uma forma que envolve as tais icônicas com menos roupas do que estamos acostumados, fumando cigarros, sendo sensuais e fazendo coisa que normalmente as princesas da Disney não fariam. Esta reapropriação de ícones da cultura pop não é novidade, mas parece estar acontecendo numa escala cada vez maior e com uma maior frequência. Sinais indicativos de que os artistas são remanescentes e relevantes para muitos públicos, constantemente questionando o que há diariamente, além é claro, de propor uma discussão, com uma boa dose de sarcasmo de que é possível um modelo subversivo do cristalizado padrão das Princesas Disney.

disney1

disney2
Continue Reading

Share Button

O indie pop escandinavo do trio NoNoNo

nonono

Deve ser o frio a principal fonte de inspiração para as novas revelações suecas. Depressão? Não! As músicas são ótimas e algumas têm uma pegada bem alto-astral. O lance todo é que o processo de criação é mais aguçado na tristeza, não é mesmo? Se depender das comprovações recém-chegadas em forma de canções que grudam na mente, os profissionais estão certos. Afinal, o país escandinavo vêm produzindo sucessos que, na miúda – e com a ajuda da internet, conquistam os ouvidos mais ávidos por boa música. Um ótimo exemplo é o trio NoNoNo.

Formado pela dupla de produtores musicais Astma e Rocwell – que nos fizeram o favor de lançar a dupla também sueca e sucesso mundial, Icona Pop, e pela doce voz de Stina Wäppling, o trio faz um som meio assobiante-indie-pop, carregado de efeitos eletrônicos e uma bateria precisa e característica, que fica na cabeça.

Promissora

O NoNoNo meio que despontou ao lançar, ao final de 2012, o single “Like The Wind” em seu SoundCloud. Algumas pessoas ouviram, mostraram para outras, que mostraram para outras e, ao final, todos assobiavam a mesma melodia. Os sintetizadores acompanham o trio com a maior harmonia e fidelidade aos bons ouvidos. Mais ou menos no meio do ano passado o NoNoNo lançou o clipe de “Pumpin’ Blood” e agradou geral. Eles ainda não têm disco de estreia, mas quem precisa? A mesma “Pumpin’ Oremos!Blood” foi o mote da apresentação em meados do último outubro no programa de Jimmy Kimmel e encantou os EUA.

Aqui no Brasil, por enquanto, nos resta esperar que algum abençoado festival os traga para cá!

Texto – Rafaela Pietra

Share Button

As fotografias intrigantes de Victor Hugo Cecatto

409190_10200860149696931_954522988_n

vicor_hugo_cecatto_drowning_by_numbers_2

vicor_hugo_cecatto_drowning_by_numbers_1

Victor Hugo Cecatto é fotógrafo e ilustrador. Gaúcho, com graduação em Comunicação Visual pela UFSM – RS, vive no Rio de Janeiro há 15 anos. Dono de uma arte curiosa que mescla fotografias, edições ousadas e design gráfico, resultando em um trabalho único e excepcionalmente excêntrico. Cecatto, começou como fotógrafo e só depois passou a trabalhar como designer; já clicou e ilustrou capas de CDs de músicos renomados, dentre os quais: Os Tribalistas, Grabriel O Pesandor, Cabeza de Panda, entre outros; assim como livros e campanhas.

Continue Reading

Share Button

A moda está em tudo – conheça o Tumblr WHEREISEEFASHION

md1

md2

md3

md4

md5

A moda está em tudo, ou pelo menos é o que propõe o projeto do Tumblr WHEREISEEFASHION – a ideia é bastante simples, mostrar imagens de moda combinadas com suas possíveis referências estéticas ou com imagens relacionadas. Formas, cores, paisagens, arquitetura, arte contemporânea e elementos inimagináveis estão no incrível processo de associação do projeto. Vale a visita.

Continue Reading

Share Button