Colagens contestadoras de Charles Wilkin

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A colagem é aquele estilo de arte que de cara já gera um fascínio, ela permeia entre o DIY underground de protesto, os diários das girls bathroom e a mixed media, mas é claro, com técnicas e conceitos legítimos. O fascínio vem justamente do poder de um artista poder realizar sua arte sobre algo já posto e existente com um toque identitário, uma intervenção, uma referência ou mesmo sua própria marca. A obra do artista Charles Wilkin, trabalha justamente isso, colagens que investigam a luta inata entre causa e efeito, derivada principalmente das manchetes dos jornais e tabloides – Wilkin transpõe essa desarticulação de sobrecarga de mídia e consumo alvejadas em analogias tangíveis, ou seja, utiliza-se do efeito imagético da mídia sobre nós para contestar o efeito midiático.

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Anatomia Floral nas colagens de Travis Bedel

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Certamente você já deve ter visto o trabalho de Travis Bedel por aí, entre reblogs de Tumblr e posts em blogs de arte, sua obra se alastrou na internet como pólvora e obviamente não poderíamos ficar de fora. Seu trabalho consiste em criar colagens que mesclam imagens anatômicas do corpo humano com ilustrações de guias de ciências e livros didáticos, unindo duas entidades completamente improváveis: motivos florais e partes do corpo, mas que funcionam perfeitamente bem numa arte fluída e muito bem executada.

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Colagens em movimento de Hilary Faye Sloane

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Essa é mais uma daquelas ideias de que você se pergunta, como é que alguém nunca pensou nisso antes? Pois é, ideias simples se bem executadas geram trabalhos primorosos, e é exatamente isso que acontece com o projeto da designer australiana Hilary Faye Sloane, unindo da sua paixão pela colagem com novos suportes artísticos, utiliza da imagem em movimento, os famosos e amados gif’s, para se comunicar com seu espectador, o resultado é interessantíssimo, estética vintage e o movimento que gera toda a graciosidade do trabalho. Sloane também possui um rico trabalho com animação, fotografia e ilustração. Vale a pena conferir.

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Colagens digitais hipnotizantes de Jiyen Lee

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A prática da colagem sempre foi uma faceta da arte meio marginalizada, tida como secundária em relação ao desenho, pintura e escultura, mas o número de adeptos tem crescido vertiginosamente e junto com ele a qualidade dos trabalhos, que não só crescem em números e qualidade mas consegue se firmar como uma arte legítima. A artista coreana Jiyen Lee é uma das artistas que contribuem para o fato, com um trabalho dedicado às colagens digitais, a artista realiza séries hipnotizantes de imagens vistas de cima, formando padrões que usam da presença humana em paisagens urbanas para criar um cenário intrigante. Sua obra geralmente apresenta um tráfego não identificável de pedestres em uma jornada sem fim.

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As colagens de Sammy Slabbinck

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Nós adoramos essa mistura da estética vintage dos anos 60′ e 70′ com composições contemporâneas no trabalho do artista belga Sammy Slabbinck. O processo de criação de sua arte é realizado com imagens cortadas em pedaços e redistribuídas, brincando com o exagero e com as proporções. Por vezes, são colocadas em um contexto inverso, justapondo ideais modernos. Seu trabalho une o surreal com o inusitado, um pouco de humor ácido – presente no deboche, e uma crítica social sutil.

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As caóticas colagens de David Mach

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David Mach é o um artista plástico escocês, que trabalha com várias mídias. Entre suas habilidades estão criar esculturas gigantes e  instalações urbanas, no qual é bastante famoso por isso. Seu trabalho consiste em reciclar material e criar arte. Um de seus projetos menos conhecidos é essa série de colagens de foto, no qual ele cria um caos visual, com uma riqueza de detalhes.

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A desconstrução espaço-temporal de Joseba Elorza

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Rompendo as fronteiras entre passado e futuro, Joseba Elorza produz encontros temporais através do seu trabalho. Suas colagens deslocam elementos ordinários, reposicionando-os em dimensões onde coisas fantásticas acontecem com extrema naturalidade. Técnico de som na formação, as desconstruções espaciais e o uso de elementos como explosões e o próprio espaço sideral não só propõem uma nova percepção visual, mas também sonora.

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