A arte transcendental de Jon Jacobsen

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Se você é um daqueles ratos de web que passa horas vagando pelo Tumblr, Flickr, Behance e afins, certamente já esbarrou com o fabuloso trabalho do artista autodidata chileno Jon Jacobsen. Ele começou a criar auto-retratos conceituais aos quinze anos em sua cidade natal, Quintero, Chile e desde então vem aprofundando sua técnica e expandindo as possibilidades de sua arte. Sua obra hoje contém gráficos e imagens narrativas que utilizam de simbolismo e principalmente do surreal, arriscando também em editoriais de moda e fotografia de arte.
A obra de Jacobsen foi apresentada com destaque em sua terra natal, tanto em exposições e publicações. Seu projeto “La voz del puerto” apresentou seu uso de design e fotografia digital para criar resultados únicos, e foi selecionado para a V Bienal de Design, em Santiago no Chile.

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Esculturas tridimensionais e psicodélicas de Jen Stark

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Com um trabalho meticuloso, o artista americano da Flórida Jen Stark, recorta e molda milhares de folhas de papel para criar suas bela esculturas tridimensionais. Influenciado por coisas como buracos negros e conceitos da física – constrói um trabalho notável dentro da arte contemporânea baseado na replicação e no infinito.

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Fotografando sonhos, um projeto de JeeYoung Lee

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A fotógrafa coreana JeeYoung Lee dedica sua vida a retratar o invisível. Isso mesmo, em um pequeno estúdio – uma sala que não chega a ter 10m², Lee monta sets incríveis e fotografa a si mesma nas mais loucas situações. No pequeno estúdio fotográfico improvisado, ela faz pinturas fantásticas nas paredes, usa móveis diferentes e decoração feita com todo tipo de material e materializa seus anseios mais pessoais, seus medos e desejos sem pudor. Resultado: imagens belíssimas.

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As fotografias são totalmente transformadoras e não possuem qualquer interferência ou retoque digital. Para tanto, ela se dedica (as vezes durante meses) a preparação de cada detalhe do cenário, para depois se incluir na cena. A fotografia, por vezes delicada e outras monstruosa, nos mostra seus anseios artísticos e é um excelente exemplo do surrealismo na fotografia, em contra mão à fotografia convencional.

Lee é formada pela Universidade Hongik, em Seul, Coréia, onde nasceu e aprendeu a fotografar muito cedo. Já é mundialmente reconhecida e ganhadora de prêmios fotográficos. Segundo ela, sua arte fotográfica nasce da sua necessidade de se expressar e se contestar a cada momento.

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Jardim Dos Sentidos – Em êxtase – por Ary Regis Lima

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Já falamos do trabalho do promissor e prodigioso fotógrafo brasileiro Ary Regis Lima aqui. Apresentamos agora o segundo ato do excelente projeto Jardim dos SentidosEm êxtase – é fruto de um aprofundamento das elucubrações imagéticas do fotógrafo – resultando num trabalho de experimentação híbrida das referências que povoam o seu universo pessoal e suas necessidades de produzir fotografias que estimulem novos parâmetros de percepção da imagem, quebrando com o realismo-naturalista que nos é entregue diariamente através do fluxo imagético. A mitologia aliada à cultura pop em conjunto com a sua própria percepção de arte clássica, tendo como principal referência o trabalho de Boticelli, norteiam uma narrativa ímpar, cheia de contrastes: delicadeza e voracidade, sensualidade e erotismo, ambos ambientados numa atmosfera clássica. Ary consegue mais uma vez dar o tom a uma execução contemporânea excepcional, sem cair no perigo de soar anacrônico, ou na pior das hipóteses – cafona. Sem sombras de dúvida, Ary Regis Lima é um nome a se tomar nota nessa nova fotografia brasileira.

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Ilustrações dramáticas de Kristian Hammerstad

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Com um traço gráfico e colorido que remete a propaganda vintage do início do século XX, as ilustrações do norueguês Kristian Hammerstad – formado na Saint Martins, conhecido centro cultural e artístico em revelar grandes nomes como, nada mais, nada menos do que Alexander McQueen – transportam o espectador para um universo cheio dramático, repleto de crítica e sarcasmo. Entre seus clientes estão The New Yorker, The New York Times Magazine e Wired Magazine.
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Um retrato da gangue de meninas motoqueiras do Marrocos por Hassan Hajjaj

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Não, não é só a cantora M.I.A. e o Roman Gravas que mostram uma imagem de mulheres muçulmanas fora do usual, a verdade é que o Ocidente ainda possui uma visão muito reducionista e limitada do estilo de vida e cultura islâmica e até mesmo além do limites das fronteiras de sua própria cultura. Pois é, esqueça as representações estereotipadas das mulheres do Oriente Médio, o artista marroquino baseado em Londres Hassan Hajjaj criou uma série de fotografias sensacionais intitulada Kesh Angels, onde documenta e mostra as gangues de meninas motoqueiras pelas ruas de Marrakech – numa atmosfera única, cheia de ritmo e bom humor em um tributo à iconografia de rua.

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Hajjaj celebra a cultura popular do norte da África com marcas de consumo globais  para adornar os quadros de suas fotografias impressionantes, uma ode à Pop-Art e ao hibridismo cultural presente nas roupas das mulheres que ostentam Chanel e Louis Vuitton em abayas (vestimenta típica) desafiando as noções tradicionais sobre as mulheres muçulmanas.

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Retratos de cômodos vistos de cima por Menno Aden

Original, é esse o adjetivo que podemos empregar nessa série de fotografias que retratam cômodos visto de cima, e ainda questionar: como é que uma idéia tão simples pode passar despercebida? Menno Aden é um fotógrafo de Berlim, que comumente destina seu tempo a retratar ângulos pouco usuais na fotografia, de maneira simples e original, nessa série em questão, capturou interiores a partir de um ponto de vista não convencional e nos mostrou o efeito simétrico, ou não, da realidade dos espaços. Genial!

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All I Own, projeto fotográfico de Sannah Kvist

Esse projeto intitulado All I Own, do fotógrafo sueco Sannah Kvist, poderia muito bem ser remetido a algo como “acumuladores”. A idéia é simples, reunir todos os itens materiais adquiridos ao longo da vida de seus amigos, e dispor todos os objetos empilhados, com o propósito de mostrar uma espécie de valorização do tempo e a capacidade do ser humano em ser acumulativo, também ilustrando o valor sentimental que esses pertences causam na vida das pessoas.

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