Documentário mostra a batalha de banda brasileira em NY

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Foto: Carolina Caffé

O sonho de muitas bandas de rock nacionais é ter a chance de ultrapassar as barreiras geográficas e conquistar o seu lugar ao sol em outro país. Nova York foi o local escolhido para dar os primeiros passos daqueles que seriam conhecidos como “Brooklyn Days”, documentário que conta os obstáculos e vitórias da banda Fleeting Circus em sua primeira turnê internacional. O material foi dividido em três episódios, de cinco minutos cada, e vai ser disponibilizado semanalmente no canal oficial da banda no Youtube.

Na busca de melhores perspectivas para seu trabalho, os músicos brasileiros que arriscam sair do país vão encontrar um local ora diferente e frio, ora acolhedor. Com a Fleeting Circus, foi a segunda opção. Situados em Williamsburg e Bushwick, eles fizeram grandes amizades por lá, entre elas a diretora Carolina Caffé, que comprou a ideia do projeto de um documentário sobre a turnê dos rapazes em terra ianque.

A solução para divulgar o documentário de forma que todos pudessem ter acesso, e assim, aprender com a experiência da banda, foi disponibilizar os vídeos gratuitamente no Youtube. Com linguagem objetiva, o documentário mostra que estar longe de casa não é fácil, porém ao subir no palco, nada mais importa. O formato em três episódios de poucos minutos é uma forma de acompanhar a tendência atual de passar informação rapidamente, sem perder o principal objetivo: produzir música de qualidade.

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Foto: Carolina Caffé

Primeiro álbum, primeira turnê fora do país e um público totalmente novo. O documentário “Brooklyn Days” surgiu da vontade de registrar esse divisor de águas que a banda estava passando. “Acredito que vivemos uma época muita boa em Nova York, e encontramos uma resposta positiva para nosso trabalho. Nada melhor do que filmar e compartilhar com os fãs essa história tão única”, conta o guitarrista da Fleeting Circus, Felipe Vianna.

Acostumados a lidar com a música de diversas formas, a banda encara o mercado musical de um jeito diferente das bandas nacionais, sempre encontrando uma maneira de trabalhar com música, fosse produzindo trilhas sonoras para novelas, filmes e, até mesmo, como banda ao vivo no show circense do Unicirco Rock Show. De acordo com Felipe, a viagem serviu para “confirmar a concepção de que a Fleeting Circus pode seguir a identidade de uma touring band, apresentando uma música autoral de boa qualidade e com um público interessado em apreciar o material”, analisa.

Da Assessoria

Melhores dicas sobre o que levar vestido a um evento num casino

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A única coisa melhor do que ser convidado para uma festa num casino é de se vestir adequadamente para a ocasião. As pessoas que participam desses eventos devem estar em sintonia com o ambiente para realmente entrar no clima da noite.
Se o ambiente é mais clássico e você vai frequentá-lo a noite, um belo conjunto preto cai muito bem. Para os homens, sapatos em couro ou mocassins não tem erro. Para as mulheres, o look pode se tornar ainda mais charmoso se acrescentar acessórios coloridos, como colares, pulseiras e um belo sapato de salto alto. Abuse nas cores nestas horas.
Os blazers com jeans também serão ótimas escolhas, pois deixam a composição elegante e despojada ao mesmo tempo, de acordo com seu estilo. É possível brincar desta forma, montando blocos de cores, com blazers mais ousados, coloridos ou texturizados. A dica serve para ambos os sexos.
O couro é sempre muito ousado, mas traz um charme fora do comum, além de sensualidade. É claro que a escolha deve ser moderada e em apenas uma peça e qualquer ítem em couro deve ser usado preferencialmente à noite. É claro que as demais peças precisam acompanhar a composição. Com o couro, utilize branco ou bege que não tem erro.

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Tanto para mulheres como para os homens, camisas podem ser bem sérias, mas permitem algumas brincadeiras com estamparias interessantes. Homens podem caprichar em estampas menores, as mulheres em estampas mais abertas. É claro que o bom senso exige cuidado na escolha para não parecer que se está num bloco de carnaval.
Se você conhece bem as regras do local, pode quebrar algumas delas com pequenas doses de ousadia. Faça com cuidado, é claro. Se no país onde você está não é permitido pernas à mostra, uma fenda discreta num vestido vai quebrar esta norma se que você seja barrada pela segurança do casino em questão. Seja criativo!

Mas se a sua ideia é apenas se divertir sem precisar sair de casa e sem ter que se preocupar com o look adequado, use pijamas. Isso mesmo! Atualmente existe uma série de jogos muito divertidos como póquer, roleta ou blackjack, que podem ser jogados gratuitamente e acessados diretamente do seu quarto através de um smartphone ou tablet em sites como RoletaOnline.pt. Pode ser tão excitante quanto frequentar um casino real.
A verdade é que o desenvolvimento tecnológico torna a tecnologia em si muito mais acessível a toda a gente e, com isso, surgem novas e engenhosas formas de as tornar bastante úteis até para atividades normais do dia a dia e também por isso, em muitos casos, já são considerados completamente indispensáveis.
Além disso, a crescente mediatizacão em torno dos casinos e dos seus jogos faz com que a procura seja cada vez maior e a partir de todo o lado. Por isso, as apps e sites que apostam nisso tendem a associar-se a outros aplicativos de forma a atrair mais gente e tornar a possibilidade de jogar ainda mais fácil.

A poesia incisiva de Gabriel N. Andreolli

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Se você chegou a esse post deve estar questionando a abordagem da leitura aqui no BLCKDMNDS, mas não seria a poesia um tipo específico de arte? Uma alquimia de palavras, que juntas tem o poder de transformar e transforma-se, em despertar sensações e sentimentos – pois esse é o mesmo princípio que cabe a prática artística.

O autor aqui abordado é a síntese dessa premissa, um verdadeiro alquimista, é daqueles sujeitos hiperativos com talentos diversos: escritor, poeta, cineasta, roteirista e o que mais lhe der na telha, Gabriel N. Andreolli começou a escrever aos treze anos, foi estudante de Direito e conseguiu uma bolsa de pesquisa em Direitos Humanos na University of Notre Dame de Chicago, insatisfeito com a faculdade, deixou o Direito e mudou-se para Buenos Aires para estudar cinema, de lá produz uma arte fervescente, tal qual a cena portenha que lhe abriga. Nas palavras do autor:

Meu trabalho é ficção, baseado em fatos reais. Meus contos relatam um jovem melancólico e sonhador que tem que lidar todos os dias com a memória e a saudade, o encantamento com a arte, com a existência, com uma rotina de noites embriagadas e a busca incessante por inspiração.

Inspiração essa que não lhe falta, Gabriel também mantém o projeto Averso com seu amigo Gustavo Paes, criador do projeto que reúne poesia, devaneios e manifestações artísticas e através da instantaneidade do facebook, consegue atingir um número significativo de leitores. Reunindo textos de sua autoria e também de outros artistas como: Mariana Alonso, Felipe Tomazini e do próprio Gustavo.

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Sobre Universo Paralelo de Palavras e Tripas

Fácil é escrever sobre algo banal, difícil mesmo é escrever sobre algo ou alguém a quem se admira. Talvez por esse motivo relutei e prolonguei por quase um ano essa árdua tarefa, descrever “Universo paralelo de palavras e tripas”, do jovem autor Gabriel N. Andreolli. Quando recebi o livro em minha casa e devorei-o em uma única noite, correu por mim um misto de sensações, resultando num liquidificador emocional, daqueles que mexe e remexe suas memórias, fazendo emergir suas mais dolorosas e saborosas lembranças, um agridoce de sentimentos.

Sorri, chorei e me excitei a ler cada jogo de palavras que ardiam minhas entranhas. Ardor, aliás, é um dos reflexos da cultura latina mais marcantes na obra do autor, um delicioso hibridismo de drama e tesão. O livro cumpre o papel que sugere em seu título, um universo paralelo de palavras e tripas, que transcende o leitor fazendo-o remeter ao seus mais íntimos sonhos, medos e angústias, é impossível não se identificar com pelo menos uma de suas poesias.
Incisivo porque como numa terapia de acupuntura a cada palavra lida consegue uma reação de um sentimento despertado. Um Santiago Nazarian as avessas, se esse tem deslumbre sobre o obscuro e a morte, Gabriel, é justamente o oposto, tem fascínio pela vida e mais do que isso, pela vida vivida.

Gabriel N. Andreolli é um nome que não deve ser esquecido entre tantas promessas efêmeras dessa nova safra de poetas e escritores emergentes. Facilmente não será.

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Se interessou? O livro pode ser comprado por meio de sua página oficial na internet, por um preço honesto e simbólico.

Para saber mais do artista, acesse

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III Mostra Mangue Cultural na Associação Raso da Catarina

Raso da Catarina realiza III Mostra Mangue Cultural de Março a Maio 2015 – Quatro coletivos culturais se apresentam gratuitamente em março na Praça Eder Sader

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Uma celebração à diversidade cultural toma, mais uma vez, o espaço da Praça Eder Sader, na zona oeste de São Paulo. Após uma primeira edição bem sucedida no mesmo local, a Associação Raso da Catarina promove apresentações de importantes coletivos da cidade, abrangendo grupos como ‘Pombas Urbanas’, ‘Orquestra de Berimbaus’, Coletivo Favela em Cena, entre outros, do dia 08/03 a 24/05. Diferentes linguagens artísticas serão ponte para interação entre produtores culturais e público, que poderá apreciar atrações de circo; teatro; música; hip hop e culturas populares, de forma gratuita.
Projeto realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria da Cultura em parceria com a subprefeitura de Pinheiros e as instituições Gam Yoga & Bambu Brasil, a ação pretende ampliar a apropriação dos espaços públicos por meio da arte e da cultura, incentivando o engajamento da comunidade para superar as barreiras socioculturais que ainda persistem no bairro.

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Red Bull Sounderground traz músicos internacionais para tocar de graça no metrô do Rio

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Em agosto a festa vai ser no metrô carioca. O festival de músicos de metrô Red Bull Sounderground traz músicos de Londres, Moscou, Paris, Berlim, Montreal e Nova York, além de três atrações cariocas. Comum nos trens de Nova York, Berlim e Londres, os músicos de metrô agora estão também nas estações cariocas. Em agosto começa o Red Bull Sounderground, 3o Festival Internacional de Músicos de Metrô, que traz ao Brasil 12 atrações de oito países para tocar de graça, para quem estiver pelas estações de trens do Rio de Janeiro.

São 48 apresentações gratuitas de atrações internacionais de cidades como Barcelona, Nova York, Londres, Paris, Montreal, Moscou e Berlim, além de três artistas do Rio de Janeiro. Com diferentes influências e estilos musicais, alguns desses músicos internacionais foram ovacionados durante a passagem por São Paulo em outras edições do festival e seguem como artistas independentes se apresentando nas estações de metrô de suas respectivas cidades. De 12 a 15 de agosto, durante o dia e a noite, espera-se que cerca de 1,2 milhão de pessoas confiram os shows durante todo o festival.

Red Bull Sounderground

“O Brasil não tem tradição de músicos de metrô e a proposta de realizar o evento numa metrópole como o Rio de Janeiro é atrair a atenção para uma iniciativa que busca incentivar a abertura deste espaço”, diz Marcelo Beraldo, idealizador do festival. “Além do que, se pensarmos em abrangência e audiência, estamos falando de um dos maiores festivais de música do mundo”.

O metrô do Rio de Janeiro, que sedia o festival, se prepara para manter a música pelas estações cariocas: “O Red Bull Sounderground será o primeiro passo para levar uma experiência musical aos usuários do MetrôRio. Novas intervenções serão desenvolvidas, organizando o espaço para apresentações musicais nas estações”, diz Andre Salles, diretor de marketing do MetrôRio.

Sobre o Red Bull Sounderground:
O festival está na sua terceira edição, as outras duas aconteceram em São Paulo em 2010 e 2012, somando 77 músicos de nove países. A ideia do festival surgiu durante a viagem em que Marcelo Beraldo, criador e diretor do projeto, deu a volta ao mundo. Depois de passar por mais de 16 cidades entre Europa, Ásia e Américas, como Londres, Paris, Barcelona, Lisboa, Moscou, Hong Kong, Pequim e Xangai, e circular por metrôs do mundo todo, veio com a ideia. “Durante minha viagem conversei com gerentes e diretores de metrô de várias cidades. Segundo eles, o público gosta de ouvir música enquanto espera pelo trem e isso chega até a ser associado com uma maior sensação de segurança”, diz Beraldo.

O festival tem apoio institucional da Concessionária MetrôRio e foi contemplado pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – ISS.

Serviço:
Red Bull Sounderground – III Festival Internacional de Músicos de Metrô
De 12 a 15 de agosto, das 11h às 13h e das 17h às 19h.
Nas estações Siqueira Campos, Carioca, Central, Pavuna, Uruguai e General Osório.
Confira a programação aqui.

Da Assessoria

A cultura nórdica através da arte de Fredrik Söderberg

Fredrik Söderberg

Fredrik Söderberg

Fredrik Söderberg é um artista sueco que reside em Estocolmo e passou os últimos anos explorando a ligação da arte com o ocultismo em diversas tradições esotéricas. Religião, experiências religiosas e meditação são partes importante de seu trabalho artístico. O artista promove um resgate das tradições e dos cultos pagãos da cultura nórdica, por vezes também explora o sincretismo no simbolismo das mandalas budistas e tibetanas resultando numa arte viva, repleta de geometrismo e cheia de significados.

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O multiculturalismo na pintura de Amir H. Fallah

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O multiculturalismo é uma das premissas da contemporaneidade, fruto da globalização e do hibridismo cultural e de outros fatores complexos de nossa sociedade. É também, uma das características mais marcantes no trabalho do artista iraniano de Teerã, Amir H. Fallah, sua prática artística abrange pintura, desenho e escultura – todos unidos sob a égide do lúdico e de cores vivas. Seus trabalhos abordam tópicos idiossincráticos, tendo como influência a narrativa pessoal, história da arte e suas experiências imaginárias, numa mistura interessantíssima que contempla a cultura oriental dos povos islâmicos com traços ocidentais da cultura pop.

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