A readaptação das fábulas épicas nas ilustrações de Bubug

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bub2A artista e ilustradora polonesa Magdalena, mais conhecida pelo pseudônimo de Bubug, cria uma atmosfera gótica em cores vivas, repleta de detalhes em suas ilustrações. Com influências que vem principalmente de filmes, romances, lendas e contos de fantasia épica e gótica, como as de Tim Burton e George Raymond Richard Martin – a artista cria um universo fantástico que mistura a delicadeza da literatura romântica com o clima sombrio, ambientado em paisagens de bosques e florestas, provavelmente inspirados na própria geografia de seu país, como a famosa e intrigante floresta de árvores tortas.

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O caleidoscópio sombrio de Dave Razor

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Esse vídeo não é propriamente novo, na verdade trata-se de um trabalho do ano passado do motion designer Dave Razor – que tem uma obra pautada na experimentação e no design conceitual. No filme, o aspirante a cineasta traz a tona uma atmosfera sombria em efeito caleidoscópico, usando do movimento, ruídos e do próprio imaginário social para criar uma narrativa aterrorizantemente bonita e instigante.

Para conhecer mais do trabalho do artista, acesse.

As excêntricas esculturas de vidro de Christina Bothwell

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Uma fusão inquietante de vidro, pedra, cerâmica e madeira. O trabalho em escultura da artista Christina Bothwell encanta pela vulnerabilidade de sua transparência e pela brutalidade dos materiais utilizados. Em sua obra, a artista é atraída pelos processos de nascimento, morte e renovação. Suas temáticas geralmente incluem bebês, animais e crianças.

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Dualidades harmônicas por Igor Dadona

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Se você ainda não ouviu falar doIgor Dadona, é hora de conhecer uma das promessas do cenário nacional! Igor é um estilista que consegue trazer algo fresco e novo do que é aparentemente simples para o ainda pouco explorado universo masculino. Já falamos dele aqui e aqui e não cansamos de nos surpreender com seu talento. Em outubro passado Igor apresentou sua coleção de Outono/Inverno 2014 na Casa de Criadores, e conquistou elogios de pessoas renomadas do meio, conseguindo desde então cada vez mais visibilidade.

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Sua coleção tem como referência a obra do pintor americano Michael Hussar e mescla elementos do mundo masculino e feminino, trazendo alusões à religião e ao sexo. Igor trabalhou com as dualidades de gênero e de cores, com uma cartela composta apenas por preto, branco e off-white, criando para suas peças um universo sombrio, porém belo.

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O que chama a atenção nas peças do estilista é a cuidadosa harmonia entre silhuetas perfeitamente usáveis (e prontas para serem transportadas para as ruas) e as formas e traços que compõem as mesmas. As modelagens trazem linhas que destacam o corpo masculino entre os tons contrastantes e o frescor vem através dos tecidos valorizados com detalhes impecáveis: couro sintético misturado com peles sintéticas, lã e moletons com pérolas são apenas alguns dos exemplos do cuidado de Igor. A ideia é mostrar um homem com apelo fetichista sem a necessidade da exposição do corpo, como vemos por exemplo com a utilização de leggings por baixo de bermudas, combinação que fora do Brasil tem ganhado adeptos nos últimos tempos.

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O surrealismo obscuro de Georgiy Alexandrov

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Georgiy Alexandrov é um artista e fotógrafo russo do qual pouco se sabe, entretanto o mistério sobre sua biografia e até sobre a composição de sua obra enaltecem seu trabalho. O artista cria imagens deslumbrantes e obscuras contemplando um mundo surreal e por vezes fantástico. Suas obras geralmente incluem a existência do simbolismo do sobrenatural ambientadas por paisagens soturnas e uma narrativa que remete ao sentimento de mal presságio e pesadelos com tons sombrios.

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Os closes de cadáveres humanos na fotografia de Mia Jane-Harris

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Fascinada pelo sombrio e pelo mistério que envolve a morte, a artista, designer e taxidermista britânica Mia Jane-Harris consegue dar um frescor a essa temática tão batida. Em sua série Beaultiful Corpse, cria deslumbrantes fotografias em closes de amostras médicas de cadáveres humanos, o resultado é sensacional, um visual único que mais se parece com obras conceituais de arte abstrata. É interessante observar os detalhes despercebidos do próprio corpo-humano com uma outra percepção, num entendimento que busca retratar a beleza na decomposição da matéria, saindo do campo científico e da própria zona de conforto do tema soturno.

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A arte melancólica de Dilka Bear

Dilka Bear é uma talentosa artista e ilustradora de Tri­este na Itália, sua obra é sensível e cheia de traços delicados, tem como característica marcante a personificação de garotas com cabeças grandes e semblantes melancólicos. Dilka consegue nos mostrar a sensibilidade de um mundo lúdico, onde a beleza está na tristeza dos olhos de seus personagens.


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O doce desconstruído de Saccstry

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Saccstry é, segundo a mesma, “apenas uma garota de vinte anos muito entediada que vive no meio do nada”. Introvertida e apaixonada pelo oceano, a artista passa a maior parte do tempo escondendo-se na internet ou desenhando em sua tablet. A garota demonstra um interesse especial em desconstruir coisas fofas, enchendo as imagens com machucados, lesões e sangue, sendo garotinhas com olhos pretos e sangramento de nariz suas favoritas. Seus desenhos lembram em parte o lowbrow de artistas como Mark Ryden, além de possuir clara influência de desenhos japoneses.

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