Documentário: Tatoo Artist e Painter Cris Cleen

Esse é um documentário que nos mostra a arte existente nas pinturas corporais, ou seja, as tatuagens, o vídeo nos relata um pouco do cotidiano do tatuador Cris Cleen e a sua grande experiência, as filmagens são focadas na arte e oferecem retratos reais dos tatuadores. Filmado e editado por Andreas Tagger que acompanhou Cleen pelas ruas do Brooklyn.

Para conhecer mais do trabalho do artista, acesse.

Natureza etérea por Alexandre Deschaumes

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Alexandre Deschaumes é um fotógrafo francês autodidata que retrata a natureza em sua forma etérea, obscura e evocativa, explorando as luzes e sombras como reflexo de seu estado emocional. Alexandre começou a fotografar em 2003 por razões abstratas, uma espécie de “chamada de dentro” que ele sentiu que deveria seguir. Segundo o fotógrafo, para uma composição deve ser evitado tudo que perturba e deve-se focar em formas simples, porque a elegância vem com a simplicidade. O artista retrata os mais incríveis cenários, como os Alpes Franceses, a Áustria, Patagônia e Islândia, e organiza workshops de fotografia com escaladas em que ensina a pequenos grupos de pessoas sobre seus métodos.

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Take my Picture – Um documentário sobre street style

Take my Picture

Take my Picture

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Take my Picture

A ascensão da fotografia de street style é visto por muitos como um divisor de águas, como uma coisa boa e uma coisa ruim. Pois muito de seu espírito original se perdeu no meio do caminho, em parte pela presença dos intitulados “peacockers”, que são entusiastas de moda e/ou blogueiros que se vestem de forma exagerada apenas para aparecer em blogs e revistas de moda, traduzindo em bom português: a “papagaiada” que até o próprio street style se transformou. Mas continua sendo favorável porque ainda é uma vitrine para novos estilistas exporem seus trabalhos. Take My Picture é um curta metragem produzido pela revista Garage com a intenção de observar esse fenômeno de blogueiros de moda e estrelas do street style, examinando ambas as perspectivas e fazendo uma bela crítica ao que inicialmente era apenas um modo de se detectar tendências e originalidade.

In Vogue: The Editor’s Eye – Documentário da HBO

A HBO apresenta o documentário Vogue: O Olhar Do Editor, em comemoração aos 120 anos da revista, que conta as histórias por trás das cenas dos editoriais de moda mais influentes publicados pela revista por meio da perspectiva de seus vários editores de moda. O doc tem estréia no Brasil para o dia 17 de Dezembro.

Sob o comando da icônica Editora Chefe Anna Wintour, e seu braço direito a Diretora Criativa Grace Coddington. E entrevista com outros nomes, os editores Tonne Goodman, Polly Allen Mellen, Camilla Nickerson, Phyllis Posnick e Babs Simpson; Atrizes como Nicole Kidman e Sarah Jessica Parker; Fashion Designers como Alber Elbaz, Marc Jacobs e Vera Wang.

Documentário: Streetart – All City Canvas por Juxtapoz

Considerado atualmente um dos melhores festivais de arte urbana internacional, o All City Canvas que é sediado na Cidade do México, reúne artistas de diversas partes do globo que tomam os muros e paredes mexicanas emprestados para mostrar seu trabalho e sua arte. Esse documentário produzido pela revista de arte emergente Juxtapoz, mostra depoimentos de diferentes artistas e cenas do festival em 20 minutos de vídeo. Sensaciinal!

Documentário “Vou rifar meu coração” resgata as raízes da música brega

Vou rifar meu coração

O brega está na moda, todo mundo sabe, ou deveria saber. Até a novela das 7 da Globo anda apostando nisso, Empreguetes e Chayene estão aí para provar, mas vamos beber direto da fonte, de onde vem essa sonoridade e qual a relação com o brasileiro? O filme documentário Vou rifar meu coração, com direção de Ana Riper, tenta desvendar a magnitude dessa música, através de uma viagem ao imaginário romântico, erótico e afetivo a partir da obra dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega.

Letras de artistas como Agnaldo Timóteo, Waldik Soriano, Reginaldo Rossi, Amado Batista, Peninha e Wando, entre outros, formam verdadeiras crônicas dos dramas da vida real. Os temas dessas músicas se relacionam com as histórias da vida amorosa de pessoas comuns, enfrentando o desafio de falar sobre a intimidade de pessoas reais, em situações reais. Um retrato honesto de um Brasil plural, com depoimentos sensíveis e emocionantes, mostrando a marca e a força que a música popular ainda tem nesse país.

Para maiores informações sobre exibições e estréias, visite o site do filme aqui.

A prostituição sem maquiagem do filme Whore’s Glory

3 lugares, 3 idiomas, 3 religiões, 3 formas diferentes de vivenciar 1 profissão antiga: prostituição. A última parte de uma trilogia sobre o trabalho no mundo globalizado, do documentarista austríaco Michael Glawogger, nos leva à Tailândia, Blangladesh e México no mais cru e sincero retrato de como homens e mulheres se portam diante de uma relação de dependência mútua, onde o alívio vai do físico ao espiritual. Mulheres dispostas por números atrás de um vidro, orações para uma Santa Morte, filhas que recebem a profissão como herança, tudo embalado por músicas compostas por PJ Harvey e CocoRosie.

O material (e seus objetos de estudo) falam por si mesmo, mas não se comparando ou tentando entender e desmistificar os motivos para estarem ali, mas simplesmente para nos mostrarem, que como qualquer outra profissão, existem seus medos, esperanças e necessidades. Quem assistir (e todos deveriam) vai ser assombrado pelos seus próprios conceitos e crenças sobre dinheiro, sexo e comportamento. Uma frase da descrição no próprio site é umas das poucas afirmações que o filme se deixa fazer: que pelo sexo, elas recebem dinheiro, mas não o suficiente para deixá-las ricas em outra coisa além de histórias. O filme, que levou 4 anos para ficar pronto, tem rodado festivais e recebido ótimas críticas pelo mundo inteiro desde o ano passado, mas sem sinal de passagem pelo Brasil.

“Deus é de fato um deus ciumento – Não suporta notar/ Que entre nós e não com Ele/ Preferimos brincar.”   Emily Dickinson

VHSbio – Gonzo: Vida e Obra de Hunter S. Thompson

Acompanhar a história da vida do escritor Hunter S. Thompson é como uma volta alucinante pela história social e política dos EUA desde os anos 60 até o período Bush, mas seu gosto abusivo por álcool e drogas, muitas vezes, é apenas o que as pessoas vêem como seu legado para com o jornalismo e a juventude das novas gerações.

Criador do jornalismo encabeçado “Gonzo” (nome dado à ultima pessoa que continuar em pé depois de uma rodada nada civilizada de tequila), suas “desventuras” pelo grupo de motoqueiros Hell’s Angels, cuja intimidade lhe presenteou com furos sobre estupros grupais e flagrantes da saudação de amizade entre dois motoqueiros (onde o objetivo é colocarem suas linguas para se degladearem no ar, num beijo de dar inveja e suor), estabeleceram seu modo de escrever e viver desregradamente, se interpondo na reportagem, criando assim textos mais subjetivos, ao contrário do que o jornalismo tinha estabelecido como padrão na época e Thompson era bastante crítico.

Johnny Depp atua quase como um padrinho sobre o legado Thompson, tendo sido forte colaborador e produtor do documentário, ajudando também em estabelecer contato com o máximo de celebridades e figuras políticas que podessem dar depoimentos ricos e interessantes sobre o Hunter. Tendo atuado como o escritor desde “Medo e Delírio em Las Vegas” do Terry Gilliam, e no recente “Diário de um Jornalista Bêbado“, o documentário, que se situa entre a produção dos dois, tem o Depp lendo textos do Hunter acompanhado de imagens de arquivos, imprensa (Thompson foi tido como o maior escritor a já ter passado na americana Rolling Stone) e depoimentos de familiares e amigos, o documentário é uma das peças mais incríveis e coesas a serem feitas sobre o legado de um artista, revolucionário e visionário, que mudou não apenas o panorama do jornalismo mundial com o Gonzo, mas ilustradores, cineastas, fotógrafos ainda são inspirados por essa forma livre e pulsante de enxergar o mundo.

“Em uma sociedade fechada onde todo mundo é culpado, o único crime é ser pego. Em um mundo de ladrões, o único pecado é ser estúpido.”