Game of Thrones como arte feudal japonesa

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Game of Thrones é uma série televisiva criada por David Benioff e D. B. Weiss para a HBO inspirada na série de livros do escritor norte-americano George R. R. Martin. O seriado é um dos mais aclamados pela crítica e amado pelo público. Tomando o reino de Westeros e seu personagens como plano de fundo o artista Sei-G decidiu recriar cenas famosa do universo de Martin num contexto totalmente diferente: o Japão feudal. As ilustrações foram criadas em xilogravura e retratam momentos como a morte de Ned Stark ordenada pelo rei Joffrey (no contexto do japão feudal Sei-G adptou a degolação do do chefe da família Stark e o colocou fazendo o seppuku), Danaerys com seus dragões, Bran sendo levado por Hodor, entre outras.
A forma como Sai-G conseguiu reunir os dois universos com tanta sensibilidade e beleza é o que mais impressiona. Desde os trajes e armas, até as cenas de ação puramente carregadas de drama e o olhar extremamente original com o qual ele conseguiu reencarnar essas personagens em forma de guerreiros asiáticos.
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Os personagens de Game of Thrones como desenhos dos Simpsons

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O Ilustrador e diretor de arte, Adrien Noterdaem (AKA ADN) natural de Bruxelas, Bélgica, em suas ilustrações costuma recriar personagens e celebridades em desenhos no estilo Os Simpsons, como ele gosta de falar “Simpsonized“. Apaixonado pelo desenho da FOX, ele usa isso como referência para suas ilustrações. No qual tem um tumblr Draw The Simpsons, onde divulga sua arte. Em seu mais novo trabalho, Adrien transformou os personagens da famosa série da HBO Game of Thrones em desenhos caracterizados dos Simpsons.

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A arte ficcional e fúnebre de Claire Fisher de Six Feet Under

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Six Feet Under (2001-2005) é uma série de TV criada por Alan Ball e exibida pela HBO, foi aclamada tanto pelo público quanto pela crítica. Seu enredo tratava com maestria a complexidade das relações humanas, amorosas e familiares da família Fisher. Expunha de forma profunda os anseios e sonhos mais íntimos de cada um de seus peculiares personagens, suas motivações, seu processo de amadurecimento, sua decadência, suas experiências à luz de suas características pessoais e, finalmente a morte como inevitável destino de cada ser humano. A morte era um dos eixos principais da série, como uma presença permanente, marcante e protagonizante, habitando a casa da família Fisher, donos de uma funerária, e funcionando também como uma figura metafórica. Figura essa que foi muitas vezes retratada com dignidade ou injustiça, triste, temida, acidental, aleatória, maravilhosamente surreal, sempre repentina e por que não, às vezes, a morte também era sombriamente engraçada. Uma das personagens da série, a filha mais nova dos Fisher, Claire (Lauren Ambrose) é uma estudante universitária de artes, que gradualmente encontra seu caminho e sua voz através da fotografia.  Esta é uma seleção de algumas das obras “feitas” pela personagem de Claire durante cinco temporadas. O trabalho exposto na série é feito por diferentes fotógrafos e designers, e o site da HBO reúne cada um desses trabalhos e seus autores.

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Dossiê HBO: entenda a visão do canal através de sua programação menos conhecida

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Durante muito tempo desde sua criação em 1972, a HBO cultivou uma programação de esportes, comédias e filmes feitos para a TV que ajudou a despontar vários atores e criadores hoje já consagrados (Robbin Williams, Judd Apatow, etc.), e que não podia se comparar a nenhum outro canal a cabo. Mas quando surge em 97 a série OZ, o canal se reinventa e sustenta o que seria seu mais famoso slogan: não é TV, é HBO. A série, que tem como pano de fundo uma prisão experimental, ultrapassou a barreira de tudo o que estava sendo feito pra TV, ousando não somente ao discutir sobre sexo, política e violência de uma forma nunca vista antes com tanta crueza gráfica e verborrágica, mas também na sua própria estrutura, construção de personagens e situações. Em uma aposta arriscada, a HBO mantém o programa durante 6 temporadas, ganhando confiança para abrir caminho para que outras séries pudessem se desenvolver da mesma forma. Hoje, temos shows como Six Feet Under, The Sopranos, Sex and the City, The Wire e outras, que já são marcos da produção televisiva mundial, com formas e temas inusitados o bastante para desafiarem os limites de tudo o que estava sendo feito a época em que foram transmitidos.

Desde então, outros canais surgiram e tentaram trazer essa ousadia para casa, como o AMC (Mad Men, Breaking Bad) e Showtime (Dexter, Weeds), e mesmo passando por uma fase de descredulidade sobre até quando eles conseguiriam manter a qualidade da programação, a HBO continuou colocando no ar alguns programas que possuem uma visão única, mas que acabavam não agradando tanto a audiência, causando seus inevitáveis cancelamentos. Pensando nisso, escolhemos alguns programas que podem ter se perdido no tempo, ou na sombra de outros, que trazem essa visão de sempre desafiar o espectador a repensar conceitos sobre TV, e porque não, a própria vida.

Paradise Lost Trilogy (1996, 2000, 2011)

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O que é: Em 1994, os 3 adolescentes Damien Echols, Jessie Misskelley e Jason Baldwin foram julgados e condenados como adultos pelo brutal assassinato de 3 crianças em West Memphis, Arkansas. Dividido em 3 episódios que foram feitos ao longo de 15 anos, o documentário nos guia pelo clima de histeria social e imprecisão judicial que cercou (e ainda cerca) o caso.

Porque ver: Pela primeira vez na vida, a banda Metallica permitiria que suas músicas fossem usadas em um filme: dois dos acusados assumiam que eram fãs da música da banda, argumento que foi injustamente utilizado em um julgamento que teve como armas principais o preconceito e a indiferença. Mesmo com a insuficiência de provas, os 3 jovens foram acusados de matarem os garotos em um ritual satânico, tornando difícil acreditar que somente porque um deles se vestia de preto, usava cabelo grande, ouvia Metallica e lia livros da Wicca, seria óbvia sua capacidade de organizar um ritual que tinha como objetivo estuprar e sugar sangue de membros decepados de crianças de apenas 8 anos. Apos a exibição do primeiro documentário, artistas e grupos sociais ao redor dos EUA sairam em defesa dos acusados, denunciando um sistema judiciário falho e ainda fundado em preconceitos, sentenciando penas de morte com base em cores de roupa e preferencias culturais. A terceira parte chegou a concorrer no Oscar 2012, e livros e estudos já foram feitos sobre o caso, inclusive outro filme produzido pelo próprio Damien Echols e Peter Jackson, chamado West of Memphis.

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Paper Dolls dos personagens de Girls

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Girls, a série fenômeno da HBO que atualmente está em segunda temporada com sucesso de crítica e público, conta o drama vivido por quatro amigas de Nova York e suas vidas sem perspectivas ao terminarem a graduação. Amada por uns, odiada por outros, Lena Dunham a roteirista, diretora, protagonista e todas as outras funções possíveis da série, mostrou-se ser uma jovem prodigiosa ao arrematar prêmios com sua produção e ainda ser considerada a voz de sua geração. Entrando na onda desse sucesso, a designer Kyle Hilton criou paper dolls de todos os personagens da trama, para imprimir e brincar, dá pra recriar a cena da Hannah e da Marnie dançando Robyn, entre outras coisas legais, Hilton também criou paper dolls de outras séries como Downton Abbey e Happy Endings, além de ser de sua autoria a história em quadrinhos prelúdio que narra a história de MR. Bates como um herói vitoriano.
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In Vogue: The Editor’s Eye – Documentário da HBO

A HBO apresenta o documentário Vogue: O Olhar Do Editor, em comemoração aos 120 anos da revista, que conta as histórias por trás das cenas dos editoriais de moda mais influentes publicados pela revista por meio da perspectiva de seus vários editores de moda. O doc tem estréia no Brasil para o dia 17 de Dezembro.

Sob o comando da icônica Editora Chefe Anna Wintour, e seu braço direito a Diretora Criativa Grace Coddington. E entrevista com outros nomes, os editores Tonne Goodman, Polly Allen Mellen, Camilla Nickerson, Phyllis Posnick e Babs Simpson; Atrizes como Nicole Kidman e Sarah Jessica Parker; Fashion Designers como Alber Elbaz, Marc Jacobs e Vera Wang.

Conheça a série The Newsroom

A história da nova série da HBO, The Newsroom é simples, mas sua produção e recepção não são nada disso. Criada pelo auteur Aaron Sorkin (criador da clássica The West Wing, a precocemente cancelada Studio 60 on the Sunset Strip, e roteirista do A Rede Social), a história que contará com 10 episódios nos apresenta Will (Jeff Daniels), ancora de um noticiario noturno que, após fornecer uma resposta inflamada e desesperadora à pergunta (“o que faz dos Estados Unidos o melhor país para se viver?”) de uma estudante durante uma palestra universitária, volta de umas férias forçadas para descobrir que sua equipe o abandonou devido à repercussão do ocorrido. Sua nova e idealista produtora, que também é sua ex-namorada, o convence a fazer um jornalismo livre das “fofocas, picuinhas corporativas e barganhas publicitárias”; característica que reflete na contrução da série, que possui as maiores e mais sagazes linhas de diálogo exibidas hoje na TV americana, fortemente apoiada por ótimos atores como o Dev Patel, Emily Mortimer, e Alisson Pill.

O show exibe os jornalistas como deuses oniscientes da informação e sabedoria, o que muitos críticos tem apontado como o maior defeito da série: por mostrar o profissional perfeito da instituição jornalística que, devido a profusão da internet durante os anos, tem hoje levantado questoes mais existenciais do que morais sobre a profissão. Ele traz a tona questões sobre o papel das noticias no cotidiano do cidadão comum, que hoje não sabe a diferença entre “muito informado” e “bem informado”, devido à dinamica que a internet traz para nosso modo de ler e absorver informações, sendo ela uma maquina feita com o propósito de “distrair para conquistar”. “As pessoas escolhem os fatos que elas querem conhecer agora. Você se recusa a viver na realidade” diz o cético e esgotado âncora, enquanto sua produtora rebate “é hora de Dom Quixote, de falar a verdade para os estúpidos. Só se pode fazer boa informação se o público é bem informado, o debate tem que ser iniciado”.

Mixtape: How to Make it in America

How to Make it in America é uma série da HBO que estreou sua segunda temporada essa semana, a série retrata de forma bem natural e cotidiana a história de dois personagens de vinte e poucos anos em busca de reconhecimento e sucesso no mundo da moda em NYC, Ben Epistein e o amigo e parceiro nos negócios, Cam Calderon, usam experiência das ruas e próprios contatos para concretizar as suas ambições. How to Make it in America é o tipo de produção que consegue misturar arte, moda, fotografia, música e lifestyle numa só proposta e se dá bem, a trilha sonora é um caso a parte, refinada e urbana, tem de tudo um pouco, de soul, rap, hip hop, twee, indie e o que mais der na telha, resumindo é uma trilha sonora que consiste em transmitir bem o espírito cosmopolita. Nós adoramos, dá o play e divirta-se!