Instagram na vida real por Bruno Riberio

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É muito bacana ver um trabalho com tamanha originalidade de um brasileiro ganhando fôlego lá fora, o projeto do artista Bruno Ribeiro aka Nitchows consiste em utilizar recortes de layout do Instagram com filtros de celofane coloridos e fixa-los em pontos turísticos e regiões populares de Londres. O projeto intitulado Real Life Instagram tem o intuito de questionar o uso excessivo e cada vez mais frequente dos celulares e a inserção desses na vida das pessoas. Provocativo, a intervenção busca chamar a atenção para todo o espaço ao redor, propondo se desconectar do virtual e conectar-se ao ambiente real.

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Le diamantaire – espalhando diamantes pelas ruas da França

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Le diamantaire é um coletivo de arte francesa que começou a colocar diamantes pelas ruas de Paris em 2011, atualmente o número desses símbolos espalhados ultrapassam 600 e podem não só serem contemplados em Paris, mas em todo o mundo. Os artistas que trabalham de forma multidisciplinar, utilizam de diferentes mídias e materiais na criação de sua arte, como: madeira, vidro e ferro. Para eles o fato de utilizarem materiais abandonados e recuperados e por fim transformá-los em ícones de reconhecimento, sucesso e riqueza, é uma grande ironia que só a arte pode proporcionar. A produção de diamantes reflete uma cidade que se move continuamente e justificam que os muros da cidade falam através dos espelhos e acabam por destacar a beleza da arte de rua. “A rua é uma jóia que precisa de muita atenção.”

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O cenário urbano no projeto Invasão de Chico Santos

Chico Santos

Chico Santos é um artista do sul do Brasil, estudou Artes Visuais na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e é pós-graduado em Mídias Interativas na Universidade Norte do Paraná (Unopar). Também trabalha como diretor de arte em TV desde 2002. Em sua série Invasão retrata o crescimento exponencial e desordenado das cidades através de intervenções no espaço urbano; miniaturas de edificações se disseminam e tomam vida própria

As casas, edifícios de uma cidade crescem de forma tão autônoma e desordenada que parecem ter vida própria. Escolhem por conta onde devem nascer e crescer, tal como material orgânico no tronco de uma árvore. Foi desta forma que nasceu “Invasão”. Chico esculpiu milhares de pequenas edificações em materiais que vão do sabão até o silicone. Em justaposição, as casas e edifícios em miniatura tomam espaço no cenário das cidades em verdadeira arte de intervenção urbana. As intervenções, então, resultam em um conjunto de obras que permeia a fotografia, o vídeo, a pintura, a xilogravura e colagens nas paredes.

Chico Santos
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Conheça o M.A.O.U – Movimento Artístico de Ocupação Urbana

É realmente gratificante perceber que existe um grupo de artistas tentando fazer a diferença nesse país, e não só tentando, colocando a mão na massa e de fato concretizando uma diferença. E essa diferença não se trata apenas de senso estético, mas de tornar a arte acessível e democrática, de torna-la uma ideologia, de chamar a atenção da sociedade e do poder público através dessa arte para inúmeros problemas. Atos que são muito bem sustentado pelo discurso do grupo, que nos relevam um discurso político-social coeso e bem fundamentado. Ficou confuso? Dá pra entender melhor nas próprias palavras do grupo:

Um movimento artístico vai muito além da estética. Não podem ser descritos apenas por tópicos que lhes caracterizem e permitam sua identificação. O movimento artístico se trata, além da estética, de uma política, uma ideologia, e por essa razão permanece influente mesmo após seu fim. O MAOU-Movimento Artísitco de Ocupação Urbana, é um movimento extremamente contestativo que acredita na arte-ação aplicado ao cotidiano.

 O bacana é que o movimento, funciona de forma colaborativa, eles anunciam em seu blog e nas redes sociais o local que será realizado determinada ocupação e quem tiver uma ideia criativa pode comparecer e participar. Além disso o grupo destina suas ações em fábricas antigas e abandonadas, ocupando o local e transformando ruínas em pura arte. Sensacional, não é mesmo? Então assiste aos vídeos do M.A.O.U, entenda melhor e se inspire!

Para saber mais sobre o Movimento Artístico de Ocupação Urbana, acesse o blog ou a fanpage no Facebook.

Acción Poética e a Poesia Urbana

Nosso dia-dia está repleto de manifestações artísticas, grafite, stickers, intervenções e as mais variadas formas de arte que transformam a paisagem urbana. Mostram-se presentes em nosso cotidiano, como expressões de vozes silenciadas, querendo dizer algo para uma sociedade cada vez mais individualista e hedonista.
É nessa contrapartida que nasce o movimento “Acción Poética” , criado em 1996 pelo mexicano Arnaldo Alamír Pulino, considerado como uma das figuras mais representativas do novo panorama poético. A ação se alastrou pelo México e logo se espalhou pelos países de língua latina, como Chile e Espanha. O movimento consiste em expandir a poesia e o movimento literário pelas ruas, transmitindo amor e beleza através de frases poéticas escritas em paredes, sendo considerada como o “fenômeno literário de mural”, já ultrapassando 3.500 muros escritos em Monterrey, sua cidade de origem.
Poesia urbana numa abordagem diferente e interessante, com o princípio de não ter aprovação do público, mas de desafiar sua reação. Uma verdadeira intervenção coletiva para transmitir mensagens otimistas, pensamentos amorosos e filosóficos, com sutileza e delicadeza.


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Floresta de Lego em Broken Hill

Quem é que nunca imaginou uma realidade de cidades construídas por LEGO? O sonho tornou-se de fato realidade no projeto Floresta de Lego, que é uma instalação de arte criada numa pequena cidade isolada, de mineiros, chamada Broken Hill, em comemoração ao 50 º aniversário da LEGO na Austrália. A floresta é composta de ícones de pinheiro e flores em lego, inseridos na paisagem árida e desprovida de vegetação da cidade, dando um clima lúdico e arborizado ao local.

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A poesia na arte de rua com origami


Nosso dia-dia está repleto de manifestações artísticas, grafite, stickers, intervenções e as mais variadas formas de arte que transformam a paisagem urbana. Mostram-se presentes em nosso cotidiano, como expressões de vozes silenciadas, querendo dizer algo para uma sociedade cada vez mais individualista e hedonista. É nessa contrapartida que nasce o projeto da artista francesa Mademoiselle Maurice, que criou instalações efêmeras com centenas de origami colorido colados nas paredes das ruas de Paris, transformando a paisagem em uma narrativa poética.

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A intervenção urbana de Alexandre Órion

Alexandre Órion, jovem artista multimídia, formado em Artes Visuais. Trabalha intensamente com intervenção urbana desde 1993. Utiliza o espaço urbano como palco para a produção de obras que associam técnicas plásticas, fotográficas e audiovisuais.  Seu trabalho questiona, de modo sutil e inquietante, as relações humanas e o limite entre as linguagens tanto do ponto de vista formal como conceitual.  Seus projetos já foram expostos em São Paulo, Salvador, Brasília, Paris, Rotterdam, Miami, San Francisco, Londres e Nova York.

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