Conheça o soul repaginado de Elli Ingram

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Quem acompanha meus posts musicais já deve ter notado a minha predileção por cantores ingleses, seja pelo sotaque ou simplesmente pelas composições que sempre vão além e trazem sentimentos reais e sons inovadores, e isso se encaixa perfeitamente com essa jovem de 19 anos que venho falar sobre. Elli Ingram é mais um dos talentos encontrados pelo Youtube, seu cover de “Poetic Justice” conhecida na voz de Kendrick Lamar já ultrapassou as 500 mil visualizações e promete aumentar e muito com a divulgação de seu primeiro EP intitulado  Sober. Trazendo como influência Amy Winehouse, Lauryn Hill, Billie Holiday e D`Angelo, Elli constrói seu primeiro trabalho na base do Soul mas com uma pitada de Jazz e HipHop. Nas seis faixas que compõe Sober, notamos uma construção sólida e adulta que não deixa nada a desejar e nos lembra os primeiros álbuns de Angie Stone, outro grande nome do Soul e se falta ainda um empurrãozinho para você dar play, não perca o cover de “Runaway” de Kanye West.

Ausländer Musik Festival 2013

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Imaginem Mayer HawthorneGirl TalkBeatrice Eli,ViceroyThe Misshapes e algumas participações nacionais como o mestre João Brasil, o DJ Zé Pretim confirmados num único dia, em um castelo no Rio de Janeiro. Conseguiram? Esse é o Auslander Musik Festival que para a surpresa da maioria, fugindo do cenário fashion, traz um festival inédito pro Brasil. O festival passa por um financiamento coletivo graças à plataforma do Queremos que é responsável por trazer diversos artistas consagrados e novos nomes da música pro Brasil. O evento deve acontecer caso a meta de 600 ingressos a R$150 seja atingida, podendo depois os tais entusiastas serem reembolsados em até 100% com as vendas padrões. A primeira edição é estimada para o próximo dia 7 de dezembro no Castelo de Itaipava, distrito carioca de Petrópolis, RJ. Mais atrações devem ser confirmadas a longo prazo. Empolgou e quer ajudar a fechar o festival? Corre no site e compre o seu ingresso reembolsável.




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Mood folk nas composições de Valerie June

Nascida em Jackson, a cantora Valerie June vem colhendo os frutos de seu mais recente trabalho. O álbum Pushin’ Against a Stone lançado no último dia 13 de agosto marca a volta ao estúdios depois de um hiato de 3 anos e se existe uma linha tênua entre o blues e o folk, June  chega para mesclar essas duas vertentes musicais em um álbum orgânico e altamente clasudo, por traz disso temos Dan Auerbach (The Black Keys) e Kevin Augunas (Edward Sharpe & The Magnetic Zeros, Florence & The Machine) que produziram as 12 faixas do disco, o primeiro single Workin´Woman Blues foi composta por June em parceria com ninguém menos que Booker T. Jones (aproveita e já baixe o novo álbum dele que acaba de sair). Mesmo com vários nomes estrelados por traz desse trabalho, June considera esse o seu trabalho mais autoral

“A escolha do nome do álbum foi uma forma de mostrar quão cru e real ele é para mim, essa é a história da minha vida e dos meus antepassados, vivemos empurrando pedras. Quando comecei a tocar instrumentos eu pensei, ok, eu provavelmente não serei a próxima Beyoncé, pelo menos não até eu estar muito velha, mas estou fazendo o que amo. Nada é mais confortável do que chegar em casa depois de um show, sentar na minha varanda e tocar minhas musicas preferidas até chegar a hora de ir pra cama.”

June tem o poder de desencadear emoções e memórias e se você aprecia cantoras como Dolly Parton e Billie Holiday não deixe de ouvir esse ou um dos seus outros 3 álbum.

 

Conheça o indie folk de Kodeline

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Juntos desde 2006, Stephen Garrigan, Vinny May, Mark Prendergast e Jason Boland a.k.a Kodaline são a nova promessa do indie folk para esse ano, antes vistos apenas em pequenos gigs pelos muitos pubs irlandeses, os caras alcançaram notoriedade após aparecerem na season finale da 7ª temporada da série Grey´s Anatomy  com o single “All I Want” incluso no EP The Kodaline.

Em estúdio desde o segundo semestre de 2012, essa semana chegou à hora de conhecer seu primeiro álbum In a Perfect World. O debut sacia os fãs de One Republic e Snow Patrol com melodias suaves e letras fofinhas sobre amor e  outras coisitas mais, para quem curtir vale a pena procurar pela versão deluxe que traz uma versão cover acústica de Latch do Disclosure que é de arrepiar. E se você não quer perder o tempo com as musicas, se dê de presente pelo menos o clip de High Hopes, que trás os atores Liam Cunningham (0 Davos Seaworth de Game Of Thrones) e Niamh Large em uma trágica história de amor dirigida por Stevie Russell.

Angel Olsen e o mood vintage de suas composições

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Nada mais prazeroso do que você clicar em um artista desconhecido no Youtube e perceber que acabou de achar uma mina de ouro e foi assim que me senti ao ouvir Angel Olsen pela primeira vez. Nascida em St. Louis, a cantora de 25 anos ficou conhecida por colaborar com Bonnie “Prince” Billy, e traz para o cenário musical um trabalho bem costurado e com uma leve lembrança à Nancy Sinatra. Lançado em novembro do ano passado, o álbum Half Way Home, o primeiro de sua carreira chega depois do EP Strange Cacti, aclamado pela critica britânica que a declarou como a sensação folk do momento. Suas composições elegantes e atemporais são entregues ao ouvinte com arranjos intimistas e avassaladores que confortam na mesma medida de quebram seu coração. “Eu poderia dizer que meu novo álbum é sobre amores perdidos e encontrados, ou algo que fique no caminho entre isso, ele é sobre muitas coisas, coisas que aconteceram comigo, sentimentos que eu tive durante a sua produção, e não poderia não citar também todas as pessoas que me influênciaram nesse caminho, pois para mim a musica é isso, a eterna procura pelo que escrever, essa procura muitas vezes infrutífera, que te tira do eixo e te machuca, mas que lhe proporciona belas estrófes”. Sua intensidade pode não ser aproveitada por todos, é de certa forma como uma passagem intensa de um livro, uma daquelas que você precisa de um tempo para digerir e provavelmente ler mais de uma vez para poder tirar suas próprias conclusões e logo mais emoldura-lá para nunca mais esquecer.

Conheça a combinação de estilos de José James

A miscigenação de José James não está somente nos seus descendentes – James é filho de mãe irlandesa e pai panamenho – mas também em sua musica. Usando muito bem os elementos do hip-hop mesclados com a sensualidade intimista do jazz, ele propõe uma experimentação em cada arranjo apresentado. Com três álbuns lançados desde 2008, James vem ganhando a Europa onde realizou algumas Jam sessions em festivais de Soul e fechou com chave de ouro sua turnê ao se apresentar em outubro no iTunes Festival em Londres. O Brasil não foi esquecido durante a divulgação de seu mais novo trabalho, o EP It´s All Over Your Boby. A pequena turnê que aconteceu em setembro passou por Minas Gerais no 6º Jazz Festival de Viçosa e no Jazz + Blues Festival, em São Paulo no Bourbon Street Club e em uma elegante apresentação nas areias da Praia da Pipa no Rio Grande do Norte. Para os que não tiveram a sorte de vê-lo ao vivo não deixe de conferir os vídeos a baixo.

E começa a 6ª edição do iTunes Festival

O iTunes Festival está de volta e em sua 6ª edição trouxe um line up tão sólido quanto suas edições anteriores. Serão 30 noites consecutivas de muita musica que você pode conferir somente pelo App do festival, nesse ano disponível para iPhone, iPad e iPod. O aplicativo nessa edição possibilita ver os shows ao vivo ou por streaming (por tempo limitado) e não apresenta os bugs da versão anterior. Entre tanta coisa boa, separamos alguns nomes que merecem sua atenção e no final do post você pode acompanhar a agenda completa.

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