Esculturas tridimensionais e psicodélicas de Jen Stark

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Com um trabalho meticuloso, o artista americano da Flórida Jen Stark, recorta e molda milhares de folhas de papel para criar suas bela esculturas tridimensionais. Influenciado por coisas como buracos negros e conceitos da física – constrói um trabalho notável dentro da arte contemporânea baseado na replicação e no infinito.

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Jardim Dos Sentidos – Em êxtase – por Ary Regis Lima

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Já falamos do trabalho do promissor e prodigioso fotógrafo brasileiro Ary Regis Lima aqui. Apresentamos agora o segundo ato do excelente projeto Jardim dos SentidosEm êxtase – é fruto de um aprofundamento das elucubrações imagéticas do fotógrafo – resultando num trabalho de experimentação híbrida das referências que povoam o seu universo pessoal e suas necessidades de produzir fotografias que estimulem novos parâmetros de percepção da imagem, quebrando com o realismo-naturalista que nos é entregue diariamente através do fluxo imagético. A mitologia aliada à cultura pop em conjunto com a sua própria percepção de arte clássica, tendo como principal referência o trabalho de Boticelli, norteiam uma narrativa ímpar, cheia de contrastes: delicadeza e voracidade, sensualidade e erotismo, ambos ambientados numa atmosfera clássica. Ary consegue mais uma vez dar o tom a uma execução contemporânea excepcional, sem cair no perigo de soar anacrônico, ou na pior das hipóteses – cafona. Sem sombras de dúvida, Ary Regis Lima é um nome a se tomar nota nessa nova fotografia brasileira.

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FashionHunt – Bicicleta

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Não é só no Brasil que mobilidade pública é um problema, uma das alternativas possíveis adotadas em grandes capitais como Nova York, Londres e Berlim é o uso de bicicletas – ecologicamente corretas, moderadamente ágeis e práticas, as magrelas caem no gosto popular e dão um charme todo especial. Aposta certa, responsável e com um toque vintage que a gente adora!

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Rico – A promessa da música eletrônica brasileira

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Nem parece brasileiro – essa é uma reação unânime pra quem ouve Rico pela primeira vez, talvez seja a nossa síndrome de vira-lata falando mais alto ou apenas a falta de uma referência sólida na produção nacional de música eletrônica. A verdade é que não temos uma tradição na música eletrônica, apesar de já termos revelado grandes nomes como Renato Ratier, Marky, Andy e mais recentemente Boss in Drama e Zegon.

O jovem produtor mineiro, Rico, chega pra virar esse jogo e desponta como uma promessa da nova safra de artistas dispostos a arriscar no campo da House. Envolvido com a música desde muito cedo, começou a produzir aos dezessete anos e tem na bagagem referências que vão de Julio Bashmore, Machinedrum à George Fitzgerald, muita coisa brasileira e principalmente a famosa house dos anos 90′. Sua música é elegante, envolvente, rica em referências, sofisticada e muito bem elaborada. Então dá o play e vem ouvir essa delícia com a gente!

O verão romântico na coleção ‘Planta na Varanda’ da Cycleland

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A marca Cycleland, formada pela designer de moda Naly Cabral e pelo designer gráfico Rafael Afonso (que nós já falamos aqui) retorna a nossa página para apresentar sua nova coleção cápsula ‘Planta na Varanda‘, uma coleção que preza pela simplicidade, conforto e pela elegância, características que remetem a uma leitura literal do nome da coleção. Planta na Varanda simboliza isso, um conceito simples e bem executado, com o uso dos já característicos tecidos naturais e inteligentes que a marca agrega.

A marca tem em seu DNA uma forte aproximação com um movimento crescente no Brasil no uso da bicicletas no cotidiano, até como forma de inspiração, e essa consciência e liberdade refletem também na maneira com que as coleções são criadas. As coleções em formato cápsulas, que por sinal crescem vertiginosamente no cenário do mercado de moda, propiciam essa aproximação com o consumidor, que acaba se sentindo pertencente à temática elaborada pela dupla. No caso de Planta na Varanda é esse o sentimento despertado, uma essência extremamente cosmopolita combinado com um toque desacelerado, simples e aconchegante, típicos do interior do país. Chic, romântico e consciente.

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O indie pop escandinavo do trio NoNoNo

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Deve ser o frio a principal fonte de inspiração para as novas revelações suecas. Depressão? Não! As músicas são ótimas e algumas têm uma pegada bem alto-astral. O lance todo é que o processo de criação é mais aguçado na tristeza, não é mesmo? Se depender das comprovações recém-chegadas em forma de canções que grudam na mente, os profissionais estão certos. Afinal, o país escandinavo vêm produzindo sucessos que, na miúda – e com a ajuda da internet, conquistam os ouvidos mais ávidos por boa música. Um ótimo exemplo é o trio NoNoNo.

Formado pela dupla de produtores musicais Astma e Rocwell – que nos fizeram o favor de lançar a dupla também sueca e sucesso mundial, Icona Pop, e pela doce voz de Stina Wäppling, o trio faz um som meio assobiante-indie-pop, carregado de efeitos eletrônicos e uma bateria precisa e característica, que fica na cabeça.

Promissora

O NoNoNo meio que despontou ao lançar, ao final de 2012, o single “Like The Wind” em seu SoundCloud. Algumas pessoas ouviram, mostraram para outras, que mostraram para outras e, ao final, todos assobiavam a mesma melodia. Os sintetizadores acompanham o trio com a maior harmonia e fidelidade aos bons ouvidos. Mais ou menos no meio do ano passado o NoNoNo lançou o clipe de “Pumpin’ Blood” e agradou geral. Eles ainda não têm disco de estreia, mas quem precisa? A mesma “Pumpin’ Oremos!Blood” foi o mote da apresentação em meados do último outubro no programa de Jimmy Kimmel e encantou os EUA.

Aqui no Brasil, por enquanto, nos resta esperar que algum abençoado festival os traga para cá!

Texto – Rafaela Pietra

Christopher Lee Sauvé e a cultura pop do Mad Maus

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Você certamente já viu ou ouviu falar no trabalho do designer canadense Christopher Lee Sauvé. Residente em Nova York, Sauvé faz uma verdadeira imersão na cultura pop, utilizando do conceito da pop art do mestre Andy Warhol e até uma pitadinha de Nick Hornby – conhecido por realizar com maestria a interseção da cultura pop em seu trabalho – algo que o artista consegue e muito bem, em Mad Maus, mistura moda, música e a cultura da idolatria, usando de seu humor sagaz ao inserir orelhas de Mickey Mouse em figuras icônicas, resultando em um visual gráfico forte, simples e objetivo. As ilustrações são criadas para reproduzir o olhar de um logotipo, simples, gráfico, ainda sim reconhecível e brincalhão, como o pop deve ser.

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